Wadih sobre a procuradora que queria acertar Lula na cabeça: rosto de menina, fala de assassina

“Por essa e outras é que se vê o grau de periculosidade - altíssimo! - da turma da lava jato. Ficarão impunes?”, questiona o ex-deputado Wadih Damous

(Foto: Ederson Casartelli/Brasil247)
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247 - O advogado e ex-deputado federal Wadih Damous, que combateu a Lava Jato no Congresso fortemente no auge da operação, comentou a frase estarrecedora da procuradora Carolina Rezende em trocas de mensagens da Lava Jato. “Precisamos atingir Lula na cabeça (prioridade número 1)”, disse ela.

“O rosto é de menina. A frase é de uma assassina”, escreveu Damous em sua conta no Twitter. “Por essa e outras é que se vê o grau de periculosidade - altíssimo! - da turma da lava jato. Ficarão impunes?”, indagou em seguida.

A procuradora integrava a equipe do então procurador-geral da República Rodrigo Janot em 2016. A troca de mensagens ocorreu no dia 5 de março daquele ano, um dia após Lula ser conduzido coercitivamente para depor na Polícia Federal. A defesa do ex-presidente protocolou nesta sexta-feira (12) uma petição no STF com um novo pacote de mensagens.

Nessa nova leva de mensagens, ficou comprovado que o Ministério Público orientava a juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba, chegando até a organizar uma planilha com processos que eram de interesse dos procuradores, para que ela despachasse de acordo com essa lista.

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