Bacelar pede ao TSE punição contra fake news
Dirigente do PT cita apreensão de celulares e pede medidas contra candidatos
247 - Dirigente do Partido dos Trabalhadores, Deyvid Bacelar defendeu que a Justiça Eleitoral adote medidas duras contra candidatos envolvidos na disseminação de desinformação. A declaração reforça a cobrança por ações mais firmes do Tribunal Superior Eleitoral diante do avanço de conteúdos falsos no ambiente digital.
As informações foram divulgadas a partir de entrevista concedida por Bacelar a rádios baianas nesta sexta-feira (24). Durante a conversa, ele comentou episódios recentes investigados por autoridades e relacionou o tema ao cenário eleitoral brasileiro.
Defesa de impugnação de candidaturas
Bacelar afirmou que o combate às notícias falsas deve incluir punições mais severas. “Quando vemos a Polícia Federal e o TSE apreendendo mais de dois mil celulares que estavam propagando mentiras através de uma rede fortalecida de WhatsApp, entendemos que será preciso impugnar essas candidaturas”, declarou.
Ele também citou exemplos de manipulação de conteúdo envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o dirigente, uma fala sobre prática de exercícios físicos foi alterada para gerar interpretação equivocada.
“Com o uso da inteligência artificial essas montagens parecem verdadeiras e muitas pessoas não só acreditam no que estão vendo como compartilham em todos os seus grupos. Temos a extrema direita internacional se utilizando da empresa Meta, que controla Instagram, Facebook e WhatsApp, realizando um trabalho em conjunto com bolsonaristas no Brasil para impedir a eleição do Partido dos Trabalhadores”, afirmou.
O dirigente destacou a necessidade de atuação mais firme da Justiça Eleitoral. “Esperamos que durante o processo eleitoral nós tenhamos o TSE atuando de forma mais veemente para que as pessoas não sejam enganadas”, acrescentou.
Críticas ao agronegócio e cenário econômico
Durante a entrevista, Bacelar também abordou questões econômicas e fez críticas ao setor do agronegócio. Ele afirmou que houve aumento significativo no preço da carne mesmo após o setor receber recursos do Plano Safra. “Eles estão observando o cenário eleitoral que se aproxima e tentam agora fazer essa sabotagem. Não tem outra palavra”, disse.
Debate sobre soberania e recursos minerais
O dirigente comentou ainda a negociação envolvendo a mineradora Serra Verde Group, localizada em Goiás, e a venda para uma empresa dos Estados Unidos. Para Bacelar, o país precisa manter controle sobre recursos estratégicos. “O Brasil precisa aproveitar a oportunidade para explorar essas reservas provadas. Esses minerais são importantíssimos para a tecnologia do futuro e para a transição energética”, afirmou.
Ele defendeu maior participação do Estado na gestão desses recursos. “A exploração desses minerais críticos precisa ser coordenada pelo Estado brasileiro”, completou.
Disputa eleitoral e influência internacional
Ao tratar do cenário político, Bacelar avaliou que a eleição será acirrada e exigirá mobilização social. Ele também apontou influência de grandes empresas de tecnologia no processo eleitoral. “Até as bigtechs farão de tudo para que o Partido dos Trabalhadores não ganhe as eleições presidenciais, porque essas empresas estão a serviço dos Estados Unidos, que querem ter domínio completo sobre as nossas Terras Raras. Além do nosso petróleo, do gás, da nossa biodiversidade, eles querem também o nosso mercado consumidor, que não é pequeno. Precisamos entrar de cabeça nesse processo de disputa das mentes e corações aqui do Brasil. Essa será a eleição de nossas vidas”, concluiu.
O dirigente do Partido dos Trabalhadores, Deyvid Bacelar, defendeu que a Justiça Eleitoral adote medidas duras contra candidatos envolvidos na disseminação de desinformação. A declaração reforça a cobrança por ações mais firmes do Tribunal Superior Eleitoral diante do avanço de conteúdos falsos no ambiente digital.
As informações foram divulgadas a partir de entrevista concedida por Bacelar a rádios baianas nesta sexta-feira (24). Durante a conversa, ele comentou episódios recentes investigados por autoridades e relacionou o tema ao cenário eleitoral brasileiro.
Defesa de impugnação de candidaturas
Bacelar afirmou que o combate às notícias falsas deve incluir punições mais severas. “Quando vemos a Polícia Federal e o TSE apreendendo mais de dois mil celulares que estavam propagando mentiras através de uma rede fortalecida de WhatsApp, entendemos que será preciso impugnar essas candidaturas”, declarou.
Ele também citou exemplos de manipulação de conteúdo envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o dirigente, uma fala sobre prática de exercícios físicos foi alterada para gerar interpretação equivocada. “Com o uso da inteligência artificial essas montagens parecem verdadeiras e muitas pessoas não só acreditam no que estão vendo como compartilham em todos os seus grupos. Temos a extrema direita internacional se utilizando da empresa Meta, que controla Instagram, Facebook e WhatsApp, realizando um trabalho em conjunto com bolsonaristas no Brasil para impedir a eleição do Partido dos Trabalhadores”, afirmou.
O dirigente destacou a necessidade de atuação mais firme da Justiça Eleitoral. “Esperamos que durante o processo eleitoral nós tenhamos o TSE atuando de forma mais veemente para que as pessoas não sejam enganadas”, acrescentou.
Críticas ao agronegócio e cenário econômico
Durante a entrevista, Bacelar também abordou questões econômicas e fez críticas ao setor do agronegócio. Ele afirmou que houve aumento significativo no preço da carne mesmo após o setor receber recursos do Plano Safra. “Eles estão observando o cenário eleitoral que se aproxima e tentam agora fazer essa sabotagem. Não tem outra palavra”, disse.
Debate sobre soberania e recursos minerais
O dirigente comentou ainda a negociação envolvendo a mineradora Serra Verde Group, localizada em Goiás, e a venda para uma empresa dos Estados Unidos. Para Bacelar, o país precisa manter controle sobre recursos estratégicos. “O Brasil precisa aproveitar a oportunidade para explorar essas reservas provadas. Esses minerais são importantíssimos para a tecnologia do futuro e para a transição energética”, afirmou.
Ele defendeu maior participação do Estado na gestão desses recursos. “A exploração desses minerais críticos precisa ser coordenada pelo Estado brasileiro”, completou.
Disputa eleitoral e influência internacional
Ao tratar do cenário político, Bacelar avaliou que a eleição será acirrada e exigirá mobilização social. Ele também apontou influência de grandes empresas de tecnologia no processo eleitoral. “Até as bigtechs farão de tudo para que o Partido dos Trabalhadores não ganhe as eleições presidenciais, porque essas empresas estão a serviço dos Estados Unidos, que querem ter domínio completo sobre as nossas Terras Raras. Além do nosso petróleo, do gás, da nossa biodiversidade, eles querem também o nosso mercado consumidor, que não é pequeno. Precisamos entrar de cabeça nesse processo de disputa das mentes e corações aqui do Brasil. Essa será a eleição de nossas vidas”, concluiu.


