Pazuello, após ser desautorizado por Bolsonaro sobre vacina chinesa: “é simples, um manda e o outro obedece”

(Vídeo) Em live com Bolsonaro, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, fez a primeira declaração depois do cancelamento da compra de doses da Coronavac pelo governo federal. “É simples assim, um manda e outro obedece. Mas a gente tem carinho”, disse

(Foto: Reprodução)
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247 - O ministro da Saúde, o general da ativa Eduardo Pazuello, se manifestou pela primeira vez depois de ter sido desautorizado em público no episódio da vacina chinesa, a Coronavac. “É simples assim, um manda e outro obedece. Mas a gente tem carinho”, disse Pazuello nesta quinta-feira (22), que foi diagnosticado com Covid-19, em uma live com Jair Bolsonaro.

Nesta quarta-feira (21), depois de a pasta já ter tido feito um anúncio de que compraria 46 milhões de doses da vacina chinesa e se reunido com autoridades do governo de São Paulo, local do Instituto Butantan, que faz uma parceria com o laboratório chinês Sinovac para a produção do imunizante, Jair Bolsonaro atacou a China, criticou a vacina em público e negou a compra. O Ministério da Saúde deletou das redes sociais a postagem em que fazia o anúncio.

Sobre a Covid, Pazuello relatou ter sentido cansaço, dor de cabeça e febre, e afirmou ter tomado hidroxicloroquina, o vermífugo anita e azitromicina. Bolsonaro aproveitou para fazer propaganda dos medicamentos e disse que o fato de o ministro ter melhorado comprova a eficácia das substâncias.

“Mais um caso aqui concreto que hidroxicloroquina, azitromicina e anita deu certo. Mais um que deu certo”, afirmou Bolsonaro. “Mais uma prova aqui que tomou e deu certo. Alguns reclamam, falam que a hidroxicloroquina não tem comprovação científica. Não tem para o covid, mas tem para outras coisas”, acrescentou, assim como fez quando ele próprio anunciou que estava diagnosticado com o vírus.

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