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Deputada do PT-SC, Carla Ayres diz que a aprovação da reforma tributária é um 'momento histórico' do Brasil

"Imenso orgulho", afirmou a parlamentar

Carla Ayres (Foto: Mário Agra / Agência Câmara)

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247 - A deputada federal Carla Ayres (PT-SC) afirmou nesta quarta-feira (10) que a votação da reforma tributária aprovada pela Câmara dos Deputados "entrará para a história do Brasil". "Histórico: votei SIM pela aprovação, com imenso orgulho em fazer parte desse momento histórico do nosso Brasil", escreveu a parlamentar na rede social X.

A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base da regulamentação da reforma tributária (Projeto de Lei Complementar 68/24), com várias mudanças em relação ao projeto original, de autoria do Poder Executivo. Foram mais de 8 horas de discussão em Plenário até a aprovação do texto-base.

O presidente da Câmara, Arthur Lira, defendeu a atuação do grupo de trabalho de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/24) e afirmou que não é cabível criticar eventual falta de discussão do tema. “A Câmara não pode, independente do resultado, sair arranhada com fala de parlamentares dizendo que não houve debate, não houve discussão, tempo de amadurecimento, diálogo”, afirmou.

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que muitos pedidos de alteração do grupo de trabalho foram atendidos, como as demandas em defesa do cooperativismo, dos biocombustíveis, dos insumos agropecuários e dos óleos na cesta básica. "Apesar da minha posição política, sou de oposição, hoje me sinto à vontade com esses temas atendidos", disse Lupion, ao reforçar que é contra as carnes não terem entrado na cesta básica.

O líder da oposição, deputado Filipe Barros (PL-PR), contestou os resultados esperados. Segundo ele, a reforma vai diminuir o consumo e prejudicar o cidadão mais pobre. "O que esta reforma está fazendo é tirar o orçamento do pobre. Não é reforma tributária, é aumento de imposto", avaliou.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), vice-líder da oposição, criticou o fato de a regulamentação da reforma tributária ter sido feita por grupo de trabalho e não em uma comissão especial. "Já nem adianta ter participação em comissão especial, porque elas já não são instaladas nesta Casa. Tudo é por grupo de trabalho, são discussões com poucos deputados. Não sei por que temos 513 deputados, não há mais discussão como no passado", disse (com Agência Câmara).

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