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Sul

Empresas garantem fornecimento gratuito de gás a cozinhas comunitárias no RS, diz sindicato

A expectativa é que no período sejam entregues pelo menos 9 mil botijões de gás para a produção de refeições pelas cozinhas comunitárias em todo o estado

Reunião entre lideranças para discutir ajuda ao povo do Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação (Agência Gov.))
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247 - O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), Sérgio Bandeira de Mello, afirmou esta semana que 197 cozinhas comunitárias produzem refeições diariamente para atender os atingidos pela catástrofe socio climática no Rio Grande do Sul. E todas elas terão gás de cozinha garantido gratuitamente por 90 dias, informou o dirigente. A expectativa é que no período sejam entregues pelo menos 9 mil botijões de gás para as cozinhas comunitárias em todo o estado, onde, segundo autoridades locais, mais de 2,1 milhões de pessoas foram atingidas por enchentes e 446 dos 497 municípios tiveram problemas por conta das chuvas. 

"Essa é uma ação significativa. Algumas cozinhas já estavam quase encerrando a produção pela escassez do gás. Com esse atendimento, vamos garantir que não falte alimento para as pessoas atendidas", afirmou Macêdo, que esteve reunido com os ministros Márcio Macêdo (Secretaria-Geral) e Alexandre Silveira (Minas e Energia), além do presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto.

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Das 52 mil cestas adquiridas num primeiro momento, 19,8 mil foram entregues na Unidade Armazenadora da Conab em Canoas (RS), segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), comandado por Wellington Dias. Outras 5,5 mil toneladas estão em trânsito e mais de 12,2 toneladas foram distribuídas. Pelo menos mais 95 mil cestas serão adquiridas com dinheiro de Medida Provisória publicada pelo governo federal no sábado.

Cada cesta tem 21,5 quilos (kg) de alimentos e é composta de oito itens: arroz (10 kg), feijão carioca (3 kg), leite em pó integral instantâneo (2 kg), óleo de soja (900 ml), farinha de trigo (1 kg) ou farinha de mandioca (1kg), macarrão espaguete comum (1 kg), fubá de milho (1 kg), açúcar cristal (1 kg), sardinha em óleo comestível (500 g) e sal refinado e iodado (1 kg). Além das cestas, haverá compra governamental de arroz e feijão por meio do Programa de Aquisição de Alimentos para distribuição às cozinhas solidárias e famílias afetadas.

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O ministro de Minas e Energia destacou a importância da ação em conjunto com empresários para a reconstrução do Rio Grande do Sul. "Essa ação sinérgica entre empresas, governos e povo brasileiro é fundamental para reerguer o Rio Grande do Sul e ajudar o povo gaúcho a superar esse episódio", disse.

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