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MP vai apurar conduta de delegado-geral de SC no caso do cão Orelha

O órgão também pediu a exumação do cachorro para realização de perícia

Cão Orelha (Foto: Reprodução / Redes sociais)

247 - O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) irá apurar a conduta do delegado geral da Polícia Civil do estado, Ulisses Gabriel, na investigação do caso do cão Orelha, morto no começo de janeiro. A 40ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital abriu o procedimento preparatório. O prazo para conclusão é de 90 dias. 

As agressões que resultaram na morte do cachorro aconteceram, no dia 4 de janeiro, na Praia Brava, litoral norte de Florianópolis (SC).

O MPSC também protocolou na Justiça o pedido para realização de diligências complementares na investigação do caso e pediu, se viável, a exumação de Orelha para realização de perícia. 

 O procedimento funciona como investigação preliminar e, conforme o órgão, serve para "apurar indícios de irregularidades, por meio de busca de informações, coleta de dados, requisição de documentos, perícias e depoimentos". 

A Polícia Civil de Santa Catarina pediu a internação de um adolescente apontado como o autor das agressões que resultaram na morte do animal. 

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