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Presidente de Cuba exalta patriotismo e homenageia combatentes mortos ao defender Maduro durante sequestro

Presidente Miguel Díaz-Canel manifesta dor e orgulho nacional ao lembrar cubanos que morreram protegendo o presidente venezuelano do terrorismo dos EUA

O Presidente cubano Díaz-Canel com as bandeiras de Cuba e Venezuela (Foto: Granma)

247 - O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, prestou uma homenagem pública aos combatentes cubanos que morreram em uma ação heroica, ao enfrentar forças terroristas dos Estados Unidos. Em mensagem divulgada nas redes sociais, o chefe de Estado exaltou o patriotismo dos militares e ressaltou o caráter internacionalista da missão, realizada a pedido da Venezuela, país que é uma nação irmã de Cuba. Como resultado do ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a irmã República Bolivariana da Venezuela, realizado na madrugada de 3 de janeiro de 2026, perderam a vida em ações combativas 32 cubanos, que cumpriam missões em representação das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido de órgãos homólogos do país sul-americano.

Os combatentes cubanos tombaram ao proteger o presidente da Venezuela Nicolás Maduro e sua esposa Cília Flores, que foram sequestrados e retirados ilegalmente de seu país por “terroristas de uniforme imperial”. A manifestação foi feita em um tuíte publicado pelo próprio presidente cubano, no qual ele também expressa solidariedade às famílias das vítimas e ao povo cubano.

“Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que caíram enfrentando terroristas de uniforme imperial, que sequestraram e retiraram ilegalmente do seu país o Presidente da #Venezuela e esposa, cujas vidas ajudaram a proteger as nossas por pedido dessa nação irmã”, escreveu Díaz-Canel na mensagem.

O presidente afirmou compartilhar “dor e indignação” com a população de Cuba, destacando de forma especial os familiares e amigos dos combatentes mortos. Na publicação, ele enfatiza o orgulho nacional diante do que definiu como um comportamento exemplar, marcado por coragem e compromisso com princípios de solidariedade entre povos.

“Partilho dor e indignação com o nosso povo e especialmente com os entes queridos dos nossos corajosos companheiros. Ao abraçar seus familiares e amigos, nesta hora infausta, reitero meu grande carinho, admiração e orgulho por eles e seu comportamento heróico”, declarou o presidente cubano.

A mensagem reforça a posição histórica do governo de Cuba sobre o papel internacionalista de seus combatentes e a defesa de alianças estratégicas na América Latina, mostrando que os mortos são mártires que deram a vida em nome da soberania, da solidariedade e do enfrentamento às ações imperialistas. 

Também o chanceler cubano Bruno Rodríguez destacou o dever internacionalista e reafirmou a posição patriótica de Cuba e de seus mártires.  

A chancelaria de Cuba reforçou a homenagem aos combatentes cubanos que morreram durante a ação terrorista contra a Venezuela. Em manifestação pública, o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, exaltou o caráter heroico e internacionalista dos revolucionários cubanos que perderam a vida ao cumprir uma missão solidária em defesa da soberania de um país aliado.

A posição foi expressa em um tuíte publicado pelo próprio chanceler cubano, no qual ele se soma às declarações do presidente Miguel Díaz-Canel e destaca o significado político e histórico da atuação dos combatentes. Rodríguez afirma que os militares mortos enfrentaram uma agressão terrorista que incluiu o sequestro do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. 

“Honra e glória aos heroicos e  valorosos combatentes cubanos caídos na agressão terrorista contra #Venezuela e o sequestro do Presidente Nicolás Maduro e sua esposa”, escreveu o ministro das Relações Exteriores de Cuba na rede social.

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