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Brasil

Elon Musk volta a fazer ameaças ao STF em live com bolsonaristas Nikolas Ferreira e Allan dos Santos

Dono da rede social X, Elon Musk afirmou que o Judiciário está querendo legislar e que "os representantes eleitos do povo do Brasil é que deveriam estar no comando"

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Elon Musk, dono da rede X, antes conhecida como Twitter (Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes)
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247 - O bilionário Elon Musk, dono da rede social X (antigo Twitter), voltou a intervir em questões internas do Brasil e a fazer novas acusações contra o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira(10), quando participou de uma live com o deputado federal bolsonarista Nikolas Ferreira (PL-MG) e com o blogueiro de extrema direita Allan dos Santos, foragido da Justiça brasileira desde outubro de 2021 e que atualmente vive nos Estados Unidos.

Na live, Musk afirmou que tem "algumas preocupações sérias" em relação à operação do X no Brasil e que, em sua visão, “os representantes eleitos do povo do Brasil é que deveriam estar no comando. O Judiciário está lá para executar a lei, mas não para fazer lei. Mas eles estão fazendo leis. E eu acho que é um ultraje. As pessoas deveriam estar extremamente preocupadas. Isso tem de parar”. 

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Ainda segundo ele, os funcionários do X no Brasil teriam sido alvos de ameaças de prisão e que a empresa tem atuado para que eles não sejam prejudicados. “Nós não queremos colocá-los em perigo. Estamos tentando colocá-los em segurança antes de fazer qualquer coisa”, disse. 

As declarações de Musk, que tem Jair Bolsonaro (PL) entre seus aliados, foram feitas na esteira do embate travado por ele junto ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Recentemente, ele ameaçou  descumprir decisões do Judiciário brasileiro sobre o bloqueio de contas disseminadoras de fake news na plataforma e atacou diretamente o ministro Alexandre de Moraes. Ele também pediu a renúncia do magistrado ou que ele fosse alvo de um processo de impeachment. 

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No domingo (7), após uma série Musk promover uma série de ataques à democracia e ao poder Judiciário, Moraes determinou a inclusão do bilionário entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais (4.874), que apura a atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar o processo político barsileiro. O ministro também determinou que os funcionários do X no Brasil sejam ouvidos pela Polícia Federal.

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