Líder nas pesquisas, Lula reforça sua candidatura: "não negarei o convite"

Em entrevista a Christiane Amanpour, uma das jornalistas mais conhecidas do mundo, o ex-presidente Lula denunciou a catástrofe do Brasil e se mostrou disposto a derrotar Jair Bolsonaro nas urnas em 2022

Jornalista Christiane Amanpour, da CNN Internacional, e o ex-presidente Lula
Jornalista Christiane Amanpour, da CNN Internacional, e o ex-presidente Lula (Foto: Reprodução)
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247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista à jornalista Christiane Amanpour, da CNN Internacional, e falou sobre sua possível candidatura a presidente nas eleições de 2022. 

"Se, quando chegar o momento de disputar as eleições, o meu partido e os outros partidos aliados entenderem que eu posso ser o candidato, e se eu estiver bem de saúde com a energia que eu tenho hoje, eu não negarei o convite", disse o ex-presidente Lula, ponderando que sua prioridade agora é salvar o Brasil da Covid-19.

Christiane Amanpour exibiu no Twitter um trecho da fala de Lula e disse que a íntegra irá ao ar nesta quinta-feira (18). 

Assista:


A entrevista do ex-presidente Lula em meio à divulgação de pesquisas de intenção de voto que apontam sua liderança sobre Jair Bolsonaro numa disputa em 2022. Levantamento realizado pelo PoderData e divulgado nesta quarta-feira (17) confirma os resultados da Pesquisa Fórum de mais cedo: o ex-presidente Lula venceria Jair Bolsonaro se as eleições fossem hoje. No levantamento, feito entre 15 e 17 de março, Lula aparece com 34% das intenções de voto, e Bolsonaro com 30%.

Na entrevista à CNN Internacional, o ex-presidente Lula sugeriu hoje que o presidente Joe Biden, dos Estados Unidos, doe parte do estoque excedente de vacinas contra a Covid-19 ao Brasil. "Eu sei que os EUA têm estoque de vacinas e que não vão usar todas. Talvez essas doses de vacina possam ser doadas ao Brasil ou países mais pobres que não podem pagar por ela. Uma sugestão que eu gostaria de fazer ao Biden é que é muito importante convocar uma reunião do G20. É urgente chamar os principais líderes mundiais e colocar na mesa só um assunto: vacina, vacina, vacina", afirmou Lula. 

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