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Presidente da CCJ do Senado manifesta apoio a Jaques Wagner

Após operação da PF, Otto Alencar sai em defesa de Jaques Wagner nas redes

Jaques Wagner - Otto Alencar (Foto: Carlos Moura/Agência Senado / Edilson Rodrigues/Agência Senado)
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247 - A defesa pública do senador Jaques Wagner (PT-BA) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (22), após manifestação do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA). O parlamentar baiano declarou apoio ao petista, que passou a enfrentar pressão política depois de ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) relacionada ao Caso Master. As informações são do Metrópoles.

Em publicação nas redes sociais, Otto compartilhou uma fotografia ao lado de Jaques Wagner e escreveu uma mensagem de solidariedade ao aliado político. A imagem foi registrada em frente à Assembleia Legislativa da Bahia durante o primeiro mandato de Wagner como governador do estado, em 2007.

"Nada resiste ao trabalho. Vamos juntos, companheiro", afirmou Otto Alencar. Nos comentários da postagem, Jaques Wagner respondeu: "Obrigado pelo apoio e parceria, meu amigo".

Pressão sobre liderança do governo

A manifestação ocorre em um momento de aumento das cobranças para que Jaques Wagner deixe a liderança do governo no Senado. O parlamentar foi incluído nas investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre supostas irregularidades envolvendo o Banco Master.

Segundo a investigação, Jaques Wagner teria atuado em favor de interesses ligados ao banco e mantido proximidade com o empresário Augusto Lima, ex-sócio da instituição financeira e responsável pela aquisição e expansão da empresa Credcesta.

Investigações e apreensões

Durante a operação, a Polícia Federal realizou buscas em endereços ligados ao senador em Salvador e Brasília. Os agentes apreenderam US$ 55 mil e 33,5 mil euros em espécie. Jaques Wagner sustenta que os valores correspondem a diárias recebidas do Senado para viagens oficiais.

Mensagens analisadas pelos investigadores apontam que o senador poderia ter sido beneficiado com um apartamento avaliado em R$ 2,45 milhões, ingressos para shows no valor de R$ 63 mil e utilização de aeronaves particulares do empresário investigado. Em nota, Wagner afirmou que o imóvel citado nunca integrou seu patrimônio.

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