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Vencedor do Prêmio Nobel de Economia concede entrevista exclusiva ao CMG

Sargent destacou que, para um país grande, alcançar um desenvolvimento tão rápido em tão pouco tempo é algo sem precedentes na história

Vencedor do Prêmio Nobel de Economia concede entrevista exclusiva ao CMG (Foto: CGTN)

CGTN – O economista norte-americano e vencedor do Prêmio Nobel de Economia, Thomas Sargent, visitou a China várias vezes para entender os segredos do rápido desenvolvimento do país. Durante uma entrevista exclusiva ao Grupo de Mídia da China (CMG, na sigla em inglês), ele afirmou que a China está na vanguarda em diversas áreas tecnológicas.

Vencedor do Prêmio Nobel de Economia concede entrevista exclusiva ao CMG

Sargent destacou que, para um país grande, alcançar um desenvolvimento tão rápido em tão pouco tempo é algo sem precedentes na história. Ele ressaltou que, durante décadas, a China manteve uma abertura sistemática ao mundo, promovendo o comércio de bens e serviços, o livre comércio transfronteiriço, a abertura de portos e a integração das fronteiras, fatores que são fundamentais para o seu sucesso.

Vencedor do Prêmio Nobel de Economia concede entrevista exclusiva ao CMG

“O meu país, os Estados Unidos, iniciou uma guerra comercial, algo que não favorece o desenvolvimento americano. A China faz coisas certas que os EUA não fazem. Por exemplo, abrir o mercado, estimular o desenvolvimento científico, valorizar a educação e investir no ensino superior. Professores e estudantes aqui cultivam o espírito científico. Todos esses elementos são essenciais para o seu sucesso”, afirmou Sargent.

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Segundo o economista, a chave de tudo isso está nas decisões dos líderes chineses, que estimularam a vitalidade, a criatividade, o espírito empreendedor e a capacidade de pesquisa, contribuindo para que, hoje, a China lidere em várias áreas tecnológicas.

Desde a posse do novo governo nos Estados Unidos, o protecionismo comercial tem se intensificado. Sargent observa que a maioria dos economistas apoia o livre comércio, a abertura de fronteiras e a troca mútua de experiências.

Sargent considera impossível a ideia de um completo “desacoplamento” entre a China e os EUA. Ele reforçou que a China já lidera em diversas áreas, como engenharia, química, física e outras ciências puras. Isso faz com que cientistas de outros países queiram acompanhar esses avanços, criando forças que impedem o “desacoplamento”.

Fonte: CMG