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Ao ser preso, pai da influenciadora Duda Freire tentou subornar PM

Dyogo Hilario Tocafundo teria oferecido R$ 2 mil e cocaína

Duda Freire e Dyogo Hilario Tocafundo (Foto: Reprodução/Instagram/@dudafreiret)

247 - Dyogo Hilario Tocafundo, pai da influenciadora Duda Freire — conhecida por sua proximidade com Virginia Fonseca — foi preso na quinta-feira (26), em Goiânia, por força de mandado de prisão em aberto. A detenção ocorreu após abordagem da Polícia Militar, que também o aponta como suspeito de atuar no tráfico de drogas na capital goiana, informa Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.

O nome de Dyogo aparece em uma série de registros policiais ao longo de mais de dez anos, com ocorrências relacionadas a tráfico de drogas e associação para o tráfico. A apuração destaca que os antecedentes atravessam diferentes períodos, com novos registros sendo incluídos ao longo dos anos.

Segundo a Polícia Militar, na ocorrência mais recente, Dyogo estaria envolvido com a modalidade conhecida como “delivery” de drogas, com entregas destinadas a bairros de alto padrão de Goiânia, como Setor Marista e Setor Bueno. Ao ser localizado pelos agentes, ele teria tentado fugir da abordagem, mas foi contido e encaminhado às autoridades competentes.

Entre os episódios que constam nos registros policiais, um dos casos que chamou a atenção dos investigadores envolve uma tentativa de suborno. Conforme descrito em boletim de ocorrência, após ser abordado, Dyogo teria oferecido R$ 2 mil aos policiais militares para evitar a prisão. Na sequência, ainda segundo o documento, ele teria ampliado a proposta, oferecendo cocaína com o objetivo de “comprar” a própria liberação. A oferta foi recusada pelos agentes, que apreenderam o entorpecente e o conduziram à delegacia.

O histórico policial inclui registros por associação e tráfico de drogas em 2012, um novo procedimento por tráfico em 2020 e outras ocorrências registradas em abril de 2023, todas relacionadas ao mesmo tipo de crime.

Na ação desta quinta-feira, a Polícia Militar informou ter apreendido dinheiro em espécie, dólares e dois aparelhos celulares que estavam em posse de Dyogo no momento da prisão. O caso segue sob responsabilidade das autoridades locais para os desdobramentos legais.

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