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China rejeita acusações dos EUA em reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Ucrânia

Representante chinês critica narrativa dos EUA e pede papel mais construtivo para encerrar a guerra e avançar negociações de paz

Sun Lei, representante adjunto da China na ONU (Foto: ONU)

247 - O representante permanente adjunto da China na Organização das Nações Unidas (ONU), Sun Lei, rejeitou duramente as acusações feitas pelos Estados Unidos durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança sobre a guerra na Ucrânia, defendendo que Washington adote uma postura mais construtiva para encerrar o conflito e promover negociações de paz.

De acordo com reportagem da emissora chinesa CCTV, repercutida pelo Global Times, o diplomata criticou a repetição de “narrativas antigas” e a disseminação de alegações falsas por parte da delegação norte-americana durante o encontro realizado na segunda-feira (20), no horário local.

Segundo Sun Lei, tentativas de atribuir responsabilidade à China ou de atacar o país no contexto da guerra são “irresponsáveis” e não terão êxito. O representante afirmou que, desde o início da crise, foram os Estados Unidos, e não a China, que forneceram armamentos ao campo de batalha, contribuindo para o prolongamento do conflito.

O diplomata também reforçou o apelo de Pequim para que Washington deixe de transferir a responsabilidade e passe a atuar de forma mais ativa na busca por uma solução diplomática. Nesse sentido, destacou a necessidade de esforços voltados ao cessar-fogo, ao fim da guerra e ao avanço das negociações de paz.

A reunião de emergência do Conselho de Segurança ocorreu em meio à continuidade das tensões internacionais relacionadas ao conflito na Ucrânia, que segue sendo tema central nas discussões multilaterais sobre segurança glob

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