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Novo 'gabinete do ódio': Flávio Bolsonaro quer Carlos como ministro da Secom em eventual governo

Flávio sinaliza reedição da estratégia de comunicação do governo Jair Bolsonaro em caso de vitória nas eleições presidenciais

Novo 'gabinete do ódio': Flávio Bolsonaro quer Carlos como ministro da Secom em eventual governo (Foto: Reprodução )

247 - O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) é apontado como um dos principais nomes para assumir a Secretaria de Comunicação Social (Secom) em um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL), com presença prevista no Palácio do Planalto independentemente de sua eleição ao Senado por Santa Catarina, segundo o site Amado Mundo.

Carlos integra o círculo mais próximo do senador e é considerado opção prioritária para cargos estratégicos, como a própria Secom ou a Secretaria-Geral da Presidência, áreas centrais na estrutura de comunicação e articulação política do governo federal.

A possível indicação reforça a influência direta da família Bolsonaro na composição de um eventual governo liderado por Flávio. A Secom, em especial, é vista como um dos postos mais sensíveis da administração, responsável pela comunicação institucional e pela estratégia de relacionamento com a sociedade.

Histórico no "gabinete do ódio" volta ao debate

A nomeação de Carlos Bolsonaro para comandar a comunicação oficial do eventual governo reacende discussões sobre sua atuação durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL). Reportagens da imprensa brasileira e investigações apontaram que ele teve papel central no chamado “gabinete do ódio”, estrutura que operava no interior do Palácio do Planalto.

Segundo essas apurações, o grupo era responsável por estratégias digitais voltadas à atuação em redes sociais, incluindo a produção e disseminação de desinformação e de conteúdos políticos direcionados contra adversários e instituições.

O nome de Carlos Bolsonaro foi frequentemente associado à coordenação desse núcleo, com atuação direta na definição de conteúdos e na gestão das plataformas digitais utilizadas pelo governo.

Indicação sinaliza reedição de estratégia

Diante desse histórico, a possibilidade de sua nomeação para a Secom é interpretada como um indicativo de retomada desse modelo de comunicação. A leitura, presente em análises políticas e reportagens, é de que a escolha pode sinalizar a reedição da estratégia digital adotada durante o governo Jair Bolsonaro.

Recuo em outras indicações familiares

A reportagem também menciona que a possibilidade de indicar outro irmão, Eduardo Bolsonaro, para o Ministério das Relações Exteriores chegou a ser cogitada, mas enfrentou resistência no meio político e empresarial.

Aliados de Flávio Bolsonaro afirmam que a ideia foi abandonada, enquanto a indicação de Carlos Bolsonaro segue como uma das principais apostas para a estrutura de um eventual governo federal.

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