Viagem da primeira-dama a Israel causa revolta e "Micheque" fica entre os assuntos mais comentados nas redes

Internautas associação Michelle Bolsonaro à corrupção e também questionaram a viagem do seu maquiador ao Oriente Médio

www.brasil247.com - Michelle Bolsonaro, Damares Alves e o maquiador Agustin Fernandez
Michelle Bolsonaro, Damares Alves e o maquiador Agustin Fernandez (Foto: Reprodução/Instagram)


247 - Internautas demonstraram nesta quinta-feira (19) indignação com a viagem de Michelle Bolsonaro a Israel. Usuários escreveram "Micheque" com o objetivo de ironizar a primeira-dama, que recebeu pagamento de Fabrício Queiroz, laranja do clã presidencial. A população também questionou o maquiador dela, Agustin Fernandez, presente na comitiva junto com a ex-ministra Damares Alves (Direitos Humanos).

"Quem paga? Os idiotas dos brasileiros", escreveu uma internauta.

"Terão que devolver tudo na cadeia, a micheque já tem prática", disse outro perfil.

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Um usuário afirmou que, "enquanto você tá aí contando os centavos da gasolina, o maquiador da micheque tá aproveitando o mar morto".

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"Sigilo de 100 anos nos gastos da Micheque em breve", ironizou um internauta. 

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Um perfil questionou: "quem tá pagando essa viagem da micheque e seu imenso séquito? É cartão corporativo mesmo?! Se for, é escárnio, além de corrupção".

Outro usuário postou: "vinte milhões de brasileiros morrendo de fome, e a Micheque fazendo turismo, e usando óculos de 2 mil reais!".

A primeira-dama voltou ao Brasil, segundo reportagem do portal Uol, publicada nesta quinta.

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Caso Queiroz

A associação entre a esposa de Jair Bolsonaro e a palavra cheque aconteceu, principalmente, após Fabrício Queiroz afirmar que depositou 21 cheques na conta dela, entre 2011 a 2016, totalizando R$ 72 mil. Márcia Aguiar depositou outros seis, totalizando R$ 17 mil. 

Queiroz chegou a ser denunciado pelo Ministério Público (MP-RJ), em 2020, por causa de um esquema de corrupção quando era assessor de Flávio Bolsonaro (PL) na época em que o atual senador ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio. 

O laranja do clã Bolsonaro foi preso no dia 18 de junho daquele ano em Atibaia (SP)

Segundo relatório do antigo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), Queiroz fez movimentações financeiras atípicas. Foram R$ 7 milhões de 2014 a 2017, apontaram cálculos do órgão.

O Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) arquivou nesta semana a denúncia contra Flávio, Queiroz e outros envolvidos no escândalo de corrupção, que consistia no desvio de salários de assessores na Alerj. 

 

 

 

 

 

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