Comitê de Ética da Flotilha da Liberdade desmente acusações contra Thiago Ávila
Relatório oficial afirma que denúncias de má conduta sexual são infundadas e pede responsabilização de quem espalhou rumores
247 – O Comitê de Ética da Global Sumud Flotilha (GSF) concluiu que são infundadas as acusações de má conduta sexual envolvendo o ativista brasileiro Thiago Ávila, integrante do comitê diretor da organização. A conclusão consta em relatório oficial elaborado pela equipe de operações de ética da entidade, após apuração solicitada pelo próprio Ávila.
De acordo com o documento, o ativista procurou o comitê no dia 12 de abril de 2026 para relatar a circulação de rumores que o acusavam de comportamento inadequado. Segundo ele, as alegações estavam causando sofrimento pessoal e impacto direto sobre sua família, o que motivou o pedido de investigação.
Apuração direta com mulheres citadas
Como se tratava de um procedimento extraordinário, o caso foi conduzido diretamente pela equipe operacional do Comitê de Ética, que entrou em contato com três mulheres mencionadas nos rumores. O objetivo foi verificar a existência de qualquer relação íntima ou conduta imprópria.
As três mulheres ouvidas negaram categoricamente qualquer envolvimento de natureza íntima, romântica ou física com Thiago Ávila. Também afirmaram que nunca houve comportamento inadequado, seja de caráter sexual, violento ou intimidatório.
Além disso, todas relataram considerar Ávila um “bom amigo e camarada”, destacando seu comprometimento com o movimento e com as causas humanitárias da flotilha.
Impacto dos rumores
O relatório também ressalta que as próprias mulheres foram afetadas pela disseminação das acusações. Segundo seus depoimentos, os rumores causaram sofrimento pessoal, prejuízos à reputação e possíveis impactos negativos futuros em suas trajetórias de ativismo.
Elas manifestaram o desejo de que o caso seja encerrado definitivamente, permitindo que possam retomar suas atividades com foco na missão da Global Sumud Flotilha, que inclui ações humanitárias, como o esforço internacional para romper o cerco à Faixa de Gaza.
Recomendação por responsabilização
Diante das conclusões, o Comitê de Ética recomendou medidas para conter a propagação de rumores dentro da organização. Entre elas, está a orientação para que membros da direção atuem ativamente no combate à desinformação interna.
O documento também estabelece que qualquer pessoa identificada como responsável pela disseminação de acusações infundadas deve ser formalmente denunciada ao Comitê de Ética e responsabilizada por seus atos.
O relatório foi finalizado em 14 de abril de 2026 e reforça que não há evidências que sustentem as acusações feitas contra Thiago Ávila, que está na flotilha rumo a Gaza:


