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EUA e Israel miram liderança do Irã com ataque estratégico

Fontes em Washington afirmam que objetivo é “decapitar” o governo iraniano e atingir áreas onde estaria o Aiatolá Ali Khamenei

Khamenei advertiu que se os Estados Unidos rasgarem o acordo, “o Irã vai destruí-lo”, se referindo a uma ameaça feita pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de abandonar o tratado, relatou a TV estatal iraniana (Foto: Leonardo Attuch)

247 - Fontes em Washington indicam que os Estados Unidos concentraram ataques em áreas ligadas ao líder supremo do Irã, com objetivo de derrubar o governo iraniano

A participação dos Estados Unidos no ataque contra o Irã teria, como objetivo central , segundo essas fontes, atingir diretamente a cúpula do poder iraniano, destaca reportagem da Al Jazeera. De acordo com essas informações, a estratégia buscaria enfraquecer a estrutura de comando do país ao atingir áreas onde o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, poderia estar abrigado.

As informações foram divulgadas pelo jornalista Alan Fisher, que reporta de Washington, DC. Segundo ele, interlocutores com conhecimento da situação afirmam que a ação norte-americana estaria voltada a “decapitar o regime iraniano”, concentrando os ataques em locais associados à possível permanência de Khamenei.

De acordo com as fontes mencionadas por Fisher, a intenção seria eliminar a principal liderança política do país e, a partir daí, observar os desdobramentos internos. A avaliação relatada aponta que o foco estaria em “retirar a cabeça do regime” para então verificar o que ocorreria posteriormente no cenário político iraniano.

O jornalista também destacou que alguns países demonstraram preocupação com a ofensiva e alertaram Washington sobre as consequências da operação. Essas nações questionaram qual seria o plano para o período seguinte ao ataque, ressaltando que não há garantias de que a eventual remoção do líder supremo resultaria automaticamente na formação de um governo alinhado aos interesses dos Estados Unidos.

O cenário descrito pelas fontes revela incertezas sobre os possíveis desdobramentos políticos no Irã, especialmente diante da complexidade do equilíbrio interno de poder e das repercussões regionais de uma ação dessa magnitude.

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