Guerra híbrida: veja a atuação do Mossad e da NED contra a Revolução Islâmica
Organizações sediadas nos EUA atuam no Irã e recebem financiamento direto de uma entidade criada sob a supervisão da CIA
247 - Organizações sediadas em Washington (EUA), o Centro Abdorrahman Boroumand para os Direitos Humanos no Irã e a organização Ativistas de Direitos Humanos no Irã foram citadas como fontes primárias por veículos de comunicação como o The Washington Post , a BBC e a ABC News.
De acordo com informações publicadas nesta terça-feira (13) pela TeleSUR, as duas organizações recebem financiamento da Fundação Nacional para a Democracia (NED, na sigla em inglês), uma entidade criada em 1983 sob a supervisão do então diretor da CIA, William Casey.
Mas a tentativa de interferência no Irã não ocorre somente por iniciativa dos EUA. O Mossad israelense entrou na disputa e, em 8 de janeiro, afirmou pela rede social X, em língua persa: “Saiam às ruas juntos. Chegou a hora. Estamos com vocês. Não apenas remotamente e verbalmente. Estamos com vocês no terreno”.
Nesta guerra híbrida contra o Irã, grupos de oposição tentam pressionar o governo iraniano e publicam vídeos que mostraram cena de extrema brutalidade: bombeiros queimados vivos em seus quartéis em Mashhad, e uma menina de três anos, Melina Asadi, morta a tiros em Kermanshah.
Nas gravações também foram divulgadas mesquitas históricas incendiadas em Teerã e Sarableh, com exemplares do Alcorão reduzidos a cinzas, e guardas de segurança desarmados linchados em Hamedan e Lorestan.
Um dos fundadores da NED, Allen Weinstein confessou: "Muito do que fazemos hoje era feito secretamente pela CIA há 25 anos".
Em plena campanha, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou intervir no Irã. “Se o Irã atirar em manifestantes pacíficos, os Estados Unidos virão em seu socorro… estamos prontos para agir”.


