Irã afirma que continuará lutando após assassinato do líder Khamenei
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional diz que martírio do Aiatolá fortalecerá determinação do povo
247 - O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã declarou que o país manterá firme o caminho da luta após o martírio do Líder da Revolução Islâmica, aiatolá Seyyed Ali Khamenei. Segundo ele, o episódio reforçará a determinação nacional e não alterará a postura estratégica da República Islâmica diante de seus adversários.
As informações foram divulgadas pela emissora iraniana HispanTV. De acordo com a reportagem, Larijani afirmou no domingo que “o martírio do Líder, o Aiatolá Seyyed Ali Khamenei, apenas fortalecerá a resolução e a determinação do povo iraniano, e que o caminho da luta e da defesa da verdade continuará inabalável”.
Larijani classificou o ataque que resultou na morte de Khamenei como uma violação das leis e normas internacionais, descrevendo-o como parte de uma agressão contínua contra o Irã. Para o dirigente, o episódio simboliza uma escalada de hostilidades contra a nação islâmica.
Em outro momento de sua declaração, Larijani acusou os Estados Unidos e o regime sionista de tentarem explorar os recursos iranianos e fragmentar o país. Ele também garantiu que a resposta de Teerã continuará firme, destacando que as Forças Armadas têm experiência acumulada de conflitos anteriores e mantêm a situação sob controle.
“É preciso deixar claro de uma vez por todas que os americanos não podem dobrar a nação iraniana à sua vontade”, enfatizou.
Larijani acrescentou que o Irã não pretende invadir países da região, mas argumentou que bases militares americanas instaladas nesses territórios não pertencem às nações anfitriãs, e sim aos Estados Unidos.

