Lavrov e chanceler do Irã debatem bloqueio no Estreito de Ormuz
O encontro sinaliza o interesse russo em acompanhar de perto os desdobramentos do conflito que abala o sistema energético e pressiona os preços do petróleo
247 - O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, se reuniu nesta quinta-feira com o chanceler iraniano Abbas Araghchi para debater a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, passagem bloqueada desde o início da guerra entre os Estados Unidos e o Irã. Agências de notícias estatais russas divulgaram a informação. O encontro sinaliza o interesse russo em acompanhar de perto os desdobramentos do conflito que abala o sistema energético global e pressiona os preços do petróleo.
O bloqueio do Estreito de Ormuz representa uma das consequências mais graves da guerra que eclodiu em 28 de fevereiro, quando os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irã sob a alegação de que Teerã desenvolvia armamento nuclear. A Organização das Nações Unidas contestou a justificativa americana e declarou não existir provas concretas de que o governo iraniano tenha produzido bombas nucleares. Desde o início do conflito, o barril de petróleo ultrapassou a marca dos US$ 100.
O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico ao restante do mundo e ocupa posição central no sistema energético global. Antes da guerra, cerca de um quinto de todo o petróleo comercializado no planeta transitava por ali, além de uma quinta parte dos embarques de gás natural liquefeito e um terço do fertilizante mais utilizado no mundo. Com a passagem interditada, grandes produtores da Opep — entre eles Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque e Kuwait — perderam acesso às rotas que abastecem mercados na Ásia, Europa e Américas, com impacto direto sobre os preços de energia e alimentos em escala global.
A conversa entre Lavrov e Araghchi reforça o papel da Rússia como ator atento aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, especialmente em um momento em que potências mundiais buscam sinalizar posicionamento diante da crise e das negociações em curso entre Washington e Teerã.
Lesa-pátria. Temos várias ações do PT em relação a Eduardo Bolsonaro, que seja enquadrado no crime de lesa-pátria.
Vai ser um ponto essencial de campanha. Ao invés de defender soberania, eles defendem os interesses americanos. Essa do Pix é um negócio impressionante. Defesa dos cartões de crédito de hegemonia norte-americano querendo tirar do Brasil algo que deu certo.
temos pautado na próxima terça-feira para fazer uma síntese e uma cobrança à PGR de uma ação mais contundente. No momento em que os EUA declara guerra ao Irã, está de olho no petróleo venezuelano, nos ameaça aqui também. E a questão das terras raras. Isso merece maior contundência, unificação de ações.
Nikolas/pix ao mesmo entrei contra ele no STF e na PGR. avalanche de ameaças à soberania nacional que tem sido feita pela extrema direita
desestabilização da economia brasileira. Apoio explícito à intervenção norte-americano com a desculpa de grupos de tráficos quererem ser taxados de terroristas para viabilizar intervenção americana. Temos várias sanções.
O tiro saiu pela culatra emn relação o que queria os bolsonaristas. O caso Master está muito vinculado a Bolsonaro. O governo é o principal responsável tanto pelos descontos associativos de entidades picaretas como o crédito consignado. Um exemplo é o Banco Master, que roubou os aposentados. Isso ficou muito claro. Relatório falseando a verdade. Vamos fazer na terça-feira a entrega desse relatório à Polícia Federal, 16h, na Procuradoria na Controladoria. Estamos tratando o relatório nosso como o da maioria e deve embasar o que foi essa roubalheira construída no governo bolsonaro e que o governo lula resolveu.
Quase R$ 4 bilhões. No governo bolsonaro se armou essa bom relógio e no governo Lula resolvemos do ponto de vista de paralisar o processo como estamos fazendo a devolução do dinheiro.


