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Trump chega a Pequim para visita de Estado à China

Presidente dos EUA inicia agenda de três dias a convite de Xi Jinping, em meio à expectativa por conversas sobre relações bilaterais

O presidente dos EUA, Donald Trump, a bordo do avião presidencial (Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein)
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247 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Pequim na noite desta quarta-feira (13) para uma visita de Estado à China, em uma agenda diplomática que deve concentrar atenção internacional nos próximos dias. A viagem ocorre a convite do presidente chinês, Xi Jinping, e está prevista para durar até sexta-feira (15).

As informações são da agência Xinhua. Segundo a agência estatal chinesa, esta é a primeira visita de um presidente dos Estados Unidos à China em quase nove anos e a segunda viagem de Trump ao país desde novembro de 2017.

A chegada do presidente norte-americano marca um novo momento de diplomacia direta entre as duas maiores economias do mundo. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da China, Trump e Xi deverão manter uma troca aprofundada de opiniões sobre temas centrais das relações bilaterais, além de questões ligadas à paz e ao desenvolvimento mundial.

Trump foi recebido no aeroporto pelo vice-presidente chinês, Han Zheng, em uma cerimônia de boas-vindas que abriu oficialmente a agenda da visita de Estado. A presença de Han na recepção sinaliza o caráter institucional da viagem e a importância atribuída por Pequim ao encontro.

A visita ocorre em um contexto de grande expectativa sobre os rumos da relação entre Washington e Pequim. Estados Unidos e China mantêm uma agenda ampla e sensível, que inclui comércio, tecnologia, segurança internacional, cadeias produtivas, governança global e estabilidade regional.

Embora os detalhes dos encontros ainda não tenham sido divulgados, a diplomacia chinesa informou que os dois líderes tratarão de grandes temas envolvendo a relação bilateral e o cenário internacional. A formulação indica que a visita deve ir além de uma pauta protocolar, com espaço para discussões sobre pontos de convergência e divergência entre os dois países.

A viagem também tem peso simbólico por interromper um intervalo de quase nove anos sem visitas presidenciais norte-americanas à China. Em sua passagem anterior pelo país, em novembro de 2017, Trump também se reuniu com Xi Jinping em uma agenda marcada por forte atenção à relação econômica entre as duas potências.

Agora, a nova visita amplia a expectativa sobre possíveis desdobramentos diplomáticos. O encontro entre Trump e Xi será observado de perto por governos, mercados e organismos internacionais, especialmente diante da influência que as decisões de Washington e Pequim exercem sobre a economia global e a estabilidade geopolítica.

A agenda em Pequim deve reforçar o papel da diplomacia de chefes de Estado na tentativa de administrar tensões e preservar canais de diálogo entre os dois países. A China, segundo a Xinhua, atribui à visita a possibilidade de uma conversa aprofundada sobre assuntos de interesse bilateral e mundial.

A presença de Trump em Pequim até 15 de maio mantém a capital chinesa no centro da agenda internacional. Os próximos encontros entre os presidentes dos Estados Unidos e da China deverão indicar o tom da relação entre as duas potências neste novo ciclo de diálogo.2

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