Alckmin: 26 estados aderem ao programa do governo para reduzir preço do combustível
Presidente em exercício disse que espera contar com a adesão de todos o país
247 - O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou neste sábado (18) que um total de 26 estados aderiram ao programa do governo federal para controlar a alta no preço do combustível.
"O governo tomou medidas para minimizar o impacto da guerra", disse Alckmin após visitas a concessionárias em Valparaíso (GO), em referência à guerra no Oriente Médio.
"O governo tirou o imposto do diesel, zerou Pis/Cofins, deu um subsídio e ainda convidou os estados a aderirem para reduzir ainda mais o impacto, e 26 estados já disseram que vão aderir. Vamos esperar até o dia 22, vamos torcer para que tenha unânimidade, para que tenha todos os estados. Não é obrigatório", disse.
Conforme o programa anunciado mais cedo pelo governo federal, União e estados dividirão a conta da subvenção de R$ 1,20 por litro a importadores de óleo diesel. Em 12 de março, o governo anunciou outra subvenção, de R$ 0,32 por litro. O valor das subvenções por litro de óleo diesel chega a R$ 1,12 para o produtor nacional, considerando uma subvenção adicional de R$ 0,80 por litro às refinarias brasileiras, e R$ 1,52 para o importador de combustíveis. Para os produtores nacionais, a subvenção adicional vale para as distribuidoras de combustíveis que informem semanalmente a evolução de suas margens brutas de lucro obtidas na revenda aos postos de combustíveis.
Alckmin também sugeriu que os estados reduzam o ICMS. "Não vai ter nenhuma conta para o futuro. Se o estado reduzir em 32 centavos o ICMS, o governo federal reduz mais 32 centavos, para garantir abastecimento e não deixar o preço subir", disse.
Conforme o programa anunciado mais cedo pelo governo federal, União e estados também dividirão a conta da subvenção a importadores de óleo diesel.

