Deputado Fausto Pinato, do PP, pede interdição de Bolsonaro após declaração contra a China

Em nota, o deputado federal Fausto Pinato, cujo partido compõe a base do governo federal no Congresso, diz que Jair Bolsonaro tem "grave doença mental"

Fausto Pinato
Fausto Pinato (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)
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247 - O deputado federal Fausto Pinato (PP), cujo partido compõe a base do governo federal no Congresso, pediu a interdição de Jair Bolsonaro após este novamente atacar a China durante evento realizado no Palácio do Planalto nesta quarta-feira, 5.

Bolsonaro insinuou que o novo coronavírus teria sido criado pela China em laboratório para uso em uma “guerra química”. “É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou nasceu porque um ser humano ingeriu um animal inadequado. Mas está aí. Os militares sabem que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra? Qual o país que mais cresceu seu PIB? Não vou dizer para vocês”, disse.

Em nota, Pinato afirma estar “preocupado sobre um possível desvio de personalidade da maior autoridade do Brasil”. “A meu ver, não se trata de uma pessoa irresponsável, desequilibrada e sem noção de mundo. Na verdade, pode tratar-se de uma grave doença mental que faz nosso presidente confundir realidade com ficção”, destaca o deputado.

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“Penso que estamos diante de um caso em que recomenda-se a interdição civil para tratamento médico”, conclui.

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"Depoimento de Mandetta é suficiente para colocar Bolsonaro no banco dos réus"

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) afirmou na terça-feira, 4, que o depoimento do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta à CPI da Covid já basta para que Bolsonaro seja colocado "no banco dos réus".

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"O depoimento de Mandetta na CPI da Covid já é suficiente para tirar Bolsonaro do Planalto e colocá-lo no banco dos réus", escreveu o parlamentar no Twitter.

Entre as denúncias feitas pelo ex-ministro está a de que Bolsonaro pressionou para mudar a bula da cloroquina, inserindo recomendação do uso do medicamento contra Covid-19, mesmo a substância sendo ineficaz para tratar a doença.

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