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Líder do governo na Câmara defende que Executivo não entre no debate sobre taxação de armas

“A reforma tem tanta coisa importante e vai voltar isso?”, questionou José Guimarães

Deputado José Guimarães, líder do governo na Câmara (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

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247 - O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), afirmou nesta terça-feira (9) que defende que o Executivo não entre no debate sobre a inclusão de armas no imposto seletivo da reforma tributária, informa a Folha de S. Paulo. "Não tem que fazer esse debate de novo. A reforma tem tanta coisa importante e vai voltar isso? Vamos ver. A ideia do Arthur [Lira] é não levar grandes polêmicas para o plenário", disse.


O imposto seletivo, também conhecido como “imposto do pecado” foi criado pela emenda constitucional da reforma tributária para sobretaxar produtos considerados prejudiciais à saúde, como bebidas alcoólicas e tabaco, e ao meio ambiente.. Na semana passada, um grupo de advogadas tributaristas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) entregou um documento ao grupo de trabalho da reforma tributária pedindo a inclusão de armas e munições no tributo.

Na tarde desta terça-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, se reúne com líderes partidários para debater alguns pontos do texto da reforma. A expectativa é de que na quarta-feira (10) sejam suspensas as comissões temáticas da Casa para haver um esforço para colocar o projeto em votação.

A taxação das armas é defendida por partidos de esquerda e integrantes do governo para barrar a política armamentista da extrema-direita. No entanto, Guimarães e outros aliados de Lula alegam que a iniciativa pode acirrar a polarização e impedir o avanço da reforma.

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