Janaina Paschoal convida Boulos para uma live no Instagram: 'gostaria de entender detalhadamente as suas propostas'

"Fico a sua disposição para um diálogo, talvez uma live pelo Instagram. Gostaria de entender mais detalhadamente as suas propostas", afirmou a deputada Janaína Paschoal (PSL) em recado a Guilherme Boulos, que disputará o segundo turno em São Paulo. "Sim, Janaína. Não sou da turma do PSDB, que usa São Paulo como trampolim para projetos pessoais", respondeu ele

Janaina Paschoal  e Guilherme Boulos
Janaina Paschoal e Guilherme Boulos (Foto: ALESP | Reprodução)
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247 - Autora do processo que resultou no afastamento contra Dilma Rousseff em 2016, a deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) convidou Guilherme Boulos (PSOL), que denunciou o golpe, para uma "live pelo Instagram" com o objetivo de conhecer as propostas do ativista. 

"Fico a sua disposição para um diálogo, talvez uma live pelo Instagram. Gostaria de entender mais detalhadamente as suas propostas. A população é inteligente, merece clareza sobre os dois projetos em pauta", escreveu a parlamentar no Twitter. 

"Sim, Janaína. Não sou da turma do PSDB, que usa São Paulo como trampolim para projetos pessoais. Governar a cidade em que eu nasci e vivo será a maior honra da minha vida. Sendo eleito, governarei os 4 anos", respondeu Boulos.

O líder do MTST vai ao segundo turno, contra o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB). Boulos teve 20% dos votos. O tucano alcançou 32%.

Apesar de ser do PSL, ex-partido de Bolsonaro, a deputada estadual já fez algumas críticas a ele. Em abril, a deputada afirmou que ele "não tem grandeza para presidir".

Ela também questionou, por exemplo, o fato de o principal membro do clã presidencial ter nomeado Fábio Faria (PSD-RN), genro de Silvio Santos, para comandar o Ministério da Comunicações. "Foi para isso que eu apoiei esse Presidente?", escreveu ela em junho no Twitter.

Naquele mês, Bolsonaro bloqueou a deputada na rede social

No mês passado, a parlamentar culpou Bolsonaro pela decisão do Supremo Tribunal Federal, que permitiu a liberdade de André do Rap, um dos líderes do crime organizado no Brasil. "A população apoia a luta contra o crime, mas ELE NÃO!'", disse.

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