Polícia investiga como homicídio a morte de esposa de tenente em SP
Gisele Alves Santana foi encontrada com um disparo na cabeça dentro do apartamento onde residia, no bairro do Brás, região central da capital paulista
247 - A morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, passou a ser apurada como homicídio pela Polícia Civil de São Paulo. Ela foi encontrada com um disparo na cabeça dentro do apartamento onde residia, no bairro do Brás, região central da capital paulista. O caso mobiliza investigadores que buscam esclarecer as circunstâncias do ocorrido. Os relatos foram publicados nesta sexta-feira (20) pelo Portal G1.
De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública, a ocorrência havia sido inicialmente registrada como suicídio. No entanto, após a coleta de depoimentos e análise preliminar dos fatos, a tipificação foi modificada para homicídio, conforme consta no boletim de ocorrência.
Caso teve registro inicial como suicídio
Segundo os registros policiais, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido da vítima, estava no apartamento no momento em que o disparo foi efetuado. A mudança na natureza do caso ocorreu depois que novos elementos foram reunidos pelos investigadores responsáveis.
As autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre o que motivou a reclassificação, mas confirmaram que as diligências seguem em andamento.
Depoimento do marido e acusação da mãe
Em depoimento à polícia, o tenente-coronel relatou que estava tomando banho quando ouviu um barulho. Ao verificar o que havia ocorrido, afirmou ter encontrado a esposa caída no chão, com uma arma na mão e apresentando intenso sangramento.
A mãe de Gisele acusou o militar de ter comportamento violento. Apesar da declaração, até o momento ele não é formalmente considerado suspeito pelas autoridades.
Sepultamento e novas diligências
Gisele Alves Santana foi sepultada na manhã desta sexta-feira (20). Familiares informaram que ela se preparava para iniciar um trabalho no Tribunal de Justiça.
A Secretaria da Segurança Pública reiterou que as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes e circunstâncias da morte da policial militar.


