Moro expõe seu recalque contra Lula e leva uma surra nas redes
Ex-juiz suspeito faz post grotesco contra Lula, no momento em que o Brasil atinge o menor desemprego da história
247 - O ex-juiz suspeito Sergio Moro, hoje senador, revelou neste fim de ano que não consegue se libertar do seu recalque em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o maior vencedor da história política brasileira e favorito para obter um quarto mandato em 2026. Em um post grotesco nas redes sociais, Moro afirmou que deseja o fim dos governos do PT — o que fez com que ele levasse uma surra nos comentários.
Internautas rebateram o post feito pelo senador. ‘A Direita é tão competente que já está apelando pra imprensa internacional direitista porque está com medo de perder as eleições’.
Um perfil escreveu: ‘meu desejo é que a PF conclua o inquérito sobre a 13a Vara de Curitiba, e o senhor, finalmente encontre o destino que o brasileiro honrado sempre esperou. Feliz inquérito novo!’.
‘Nada a melhorar no judiciário?’, questionou outra pessoa. ‘Por favor, saia do Senado e deixe a vaga para quem se preocupa com o que está acontecendo no Brasil’.
Um perfil escreveu: ‘2026 promete com os arquivos da ‘13° Vara Gate’. Vai ter muita emoção mesmo’. Um internauta pediu que “nunca mais tenhamos juízes parciais nos tribunais”.
Estatísticas econômicas
O ex-juiz declarado suspeito pelo Supremo Tribunal Federal publicou seus ataques ao presidente Lula em um contexto no qual alguns números apontaram o menor índice de desemprego da história do Brasil.
A taxa de desocupação (5,2%) no trimestre encerrado em novembro de 2025 foi a menor da série histórica iniciada em 2012, recuando nas duas comparações: -0,4 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre móvel anterior (5,6%) e -0,9 p.p. ante o mesmo trimestre móvel de 2024 (6,1%).
A população desocupada (5,6 milhões) foi o menor contingente da série histórica, recuando 7,2% (menos 441 mil pessoas) no trimestre e caindo 14,9% (menos 988 mil pessoas) no ano. A população ocupada (103,0 milhões) foi recorde da série histórica, crescendo nas duas comparações: 0,6% (601 mil pessoas) no trimestre e 1,1% (mais 1,1 milhão) no ano.
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi a 59,0%, recorde da série histórica, variando 0,2 p.p. no trimestre (58,8%) e ficando estável no ano (58,8%).



