Alckmin celebra recorde de empregos no agro em 2025: "28,5 milhões de pessoas contratadas"
Vice-presidente relacionou crescimento do setor à abertura de mercados internacionais e aos acordos comerciais firmados pelo governo Lula
247 - O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), comemorou neste sábado (9) o recorde de empregos no agronegócio brasileiro alcançado em 2025, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em publicação nas redes sociais, Alckmin relacionou o desempenho do setor à ampliação de mercados internacionais e aos acordos comerciais firmados pelo governo federal.
"Mais um recorde do agro brasileiro no governo do presidente Lula: o agronegócio bateu recorde de empregabilidade chegando a 28,5 milhões de pessoas contratadas no campo", escreveu o vice-presidente. A declaração foi publicada após a divulgação de dados do Centro de Pesquisa em Economia Aplicada (Cepea), reunidos em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
600 mil novos postos e acordos internacionais
Segundo a CNN Brasil, o setor respondeu por 26,3% do mercado de trabalho formal brasileiro no período. Em comparação com 2024, cerca de 600 mil novos postos de trabalho foram criados no agronegócio, o equivalente a um terço das vagas abertas no país. Na publicação, Alckmin também afirmou que o Brasil "chegou a 600 novos mercados no mundo para nossos produtos" e destacou acordos internacionais.
"Fechamos acordos, como o Mercosul-União Europeia, que vão impulsionar ainda mais o emprego no setor e a renda do produtor. Vamos ao trabalho", declarou. O maior crescimento de empregos ocorreu no segmento de agrosserviços, com avanço de 6,1% e abertura de 601 mil vagas. De acordo com o Cepea, o desempenho foi impulsionado pela retomada das atividades agroindustriais.
O estudo também apontou crescimento nos setores de agroindústria, que abriu 66 mil novos postos, e de insumos, com alta de 3,4% e criação de 10,5 mil vagas. Já o segmento primário foi o único a registrar queda no número de ocupações, com redução de 87,3 mil postos de trabalho, o que representa recuo de 1,1%.
Os dados ainda indicam aumento de 4,6% nos empregos com carteira assinada e crescimento de 0,2% no trabalho informal. O número de trabalhadores autônomos no setor também avançou em 2025. O levantamento mostra ainda aumento do número de trabalhadores com ensino médio e ensino superior no agronegócio, além de crescimento da participação feminina nas atividades do campo.


