
Soledad Barrett presente no 8 de janeiro
A memória dos assassinatos de 1973 no Recife reafirma a urgência de lembrar, denunciar e exigir justiça contra os crimes da ditadura brasileira

Autor de “Soledad no Recife”, recriação dos últimos dias de Soledad Barrett, mulher do Cabo Anselmo, entregue pelo traidor à ditadura. Escreveu ainda “O filho renegado de Deus”, Prêmio Guavira de Literatura 2014, e “A mais longa duração da juventude”, romance da geração rebelde do Brasil
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O Brasil pode ver o documentário que, há muitos anos, jornalistas brasileiros e pesquisadores desejavam ver
Ele fazia pausas no discurso, intervalos cujo único fim era imprimir o seu pensamento em nossos espíritos
Mota não pretende fazer história nem jornalismo. Ele faz um relato de difícil classificação, transitando entre o documental, o testemunhal e o memorialístico
(Do romance “A mais longa duração da juventude”)
Equipe médica próxima a Bolsonaro levanta hipótese de prisão domiciliar e expõe vínculos políticos e ideológicos no pós-operatório do ex-presidente
Um testemunho literário sobre militância, desejo contido e a memória ferida da luta revolucionária no Brasil dos anos 1960
O livro é um hino à nossa juventude, à amizade, aos sonhos revolucionários, ao amor em todas as suas formas e inquietações
Soluços e choro na prisão, em vez de argumento para amenizar, somente mostram o seu quadro de covardia
Um vínculo marcado por manipulação, idealizações políticas e a tragédia que selou o destino de Soledad
Uma leitura da noite recifense revela o choque entre desejo, culpa e cidade que moldou a visão visceral de Augusto dos Anjos
Por e-mail, recebo estas perguntas de um estudante de escola pública, que não me autorizou a divulgar seu nome. Copio o que respondi ao jovem