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Após detonar Flávio, Michelle Bolsonaro diz que "não há briga nem competição"

Michelle nega briga com Flávio após atrito no PL e pede união entre aliados em meio à crise sobre alianças no Ceará para 2026

Michelle Bolsonaro (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
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247 - Após detonar o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) agora diz que "não há briga nem competição" e tenta reduzir a tensão dentro do PL em meio a divergências sobre alianças políticas no Ceará para as eleições de 2026. A manifestação ocorre após a repercussão de vídeos e declarações envolvendo Michelle e Flávio.

A crise interna ganhou força após a divulgação de vídeo em que Michelle Bolsonaro expôs discordâncias com Flávio Bolsonaro sobre a estratégia eleitoral do partido no estado do Ceará, especialmente em relação a possíveis alianças.

Nesta quinta-feira (25), Michelle afirmou nas redes sociais: “Vamos todos trabalhar juntos para derrotar o atual desgoverno. Não há briga, nem competição”. Ela também declarou não ter “raiva de ninguém” e reforçou o apelo por unidade entre os aliados do PL.

A ex-primeira-dama ainda disse que sua intenção foi apenas esclarecer uma situação que, segundo ela, estaria sendo “deturpada”, pedindo que suas falas não fossem retiradas de contexto.

O episódio teve início após críticas de Michelle à aproximação do PL no Ceará com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB). Ela defende o apoio ao senador Eduardo Girão (Novo) na disputa pelo governo estadual e à deputada Priscila Costa (PL) para o Senado.

Dirigentes do PL, por outro lado, afirmam que a articulação com Ciro teria sido avalizada por Jair Bolsonaro (PL), sustentando que a sigla não deve rever a estratégia política definida para o estado.

Na quarta-feira (24), Michelle publicou vídeo relatando ter sido maltratada por Flávio Bolsonaro após divergências sobre o direcionamento eleitoral no Ceará. O episódio ampliou a exposição pública das tensões internas no grupo político. Após a repercussão, Flávio Bolsonaro negou qualquer intenção de ofender a ex-primeira-dama, afirmou estar de “coração aberto” e pediu desculpas.

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