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José Múcio: 'não creditamos às Forças Armadas a tentativa de golpe em 2022'

Bolsonaristas queriam uma ruptura institucional com a prisão de ministros do STF

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José Múcio Monteiro (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
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247 - O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou nesta quarta-feira (17) que os atos golpistas do 8 de Janeiro de 2023 foram perpetrados por 'um grupo de irresponsáveis'. "Creditamos não ter tido um golpe em 2022 às Forças Armadas", disse Múcio, que também criticou "medo de GLO (Garantia da Lei e Ordem)", em audiência na Câmara dos Deputados.

A Polícia Federal iniciou a Operação Tempus Veritatis (“A hora da Verdade”) no mês passado. O objetivo foi ter mais detalhes do plano golpista e punir os envolvidos no esquema.

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Em delação premiada, o tenente-coronel Mauro Cid afirmou que Jair Bolsonaro (PL) consultou militares para saber como o então mandatário e seus aliados poderiam dar um golpe de Estado.

A tentativa de ruptura institucional previa a prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Entre os alvos da operação estão Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, todos generais e antigos assessores de Jair Bolsonaro.

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Ex-comandantes do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, e da Marinha, Almir Garnier Santos, também foram alvos de mandados de busca e apreensão. Há mandados de prisão contra os coronéis Bernardo Romão Corrêa Netto e Marcelo Costa Câmara; e o tenente-coronel Rafael Marins de Oliveira, todos militares da ativa.

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