Receita e PF reforçam cooperação em portos e fronteiras
A agenda teve como foco o alinhamento das competências de cada órgão e o fortalecimento da cooperação em ações voltadas ao combate ao crime organizado
247 - A Receita Federal do Brasil e a Polícia Federal realizaram, na tarde de quinta-feira (26), uma reunião institucional com o objetivo de ampliar a integração entre os dois órgãos em áreas estratégicas, como portos e regiões de fronteira. A informação foi divulgada pelas próprias instituições após o encontro.
Segundo comunicado oficial, a agenda teve como foco o alinhamento das competências de cada órgão e o fortalecimento da cooperação em ações voltadas ao combate ao crime organizado, fraudes tributárias e ilícitos no comércio exterior.
A Polícia Federal reiterou suas atribuições como polícia judiciária da União, com destaque para a investigação de crimes transnacionais, a repressão a organizações criminosas e a condução de inquéritos relacionados à criminalidade organizada.
Já a Receita Federal enfatizou sua atuação na identificação de irregularidades fiscais e aduaneiras, na fiscalização de mercadorias e no controle do comércio exterior. O órgão também ressaltou sua responsabilidade na proteção dos interesses econômicos do Estado, por meio da garantia de um fluxo de importações e exportações seguro, eficiente e confiável.
Durante a reunião, as duas instituições reafirmaram o compromisso de manter uma atuação conjunta cada vez mais integrada, harmônica e efetiva, orientada pelos interesses do Estado brasileiro.
Representando a Polícia Federal participaram o diretor-geral Andrei Rodrigues, o diretor-executivo William Murad, o diretor de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção, Dennis Cali, e o diretor de Polícia Administrativa, Fabrício Kerber. Pela Receita Federal estiveram presentes o secretário especial Robinson Barreirinhas e o subsecretário de Administração Aduaneira, Fabiano Coelho.
O encontro reforça a articulação entre os órgãos federais responsáveis pelo controle aduaneiro e pelo enfrentamento ao crime organizado, especialmente em pontos sensíveis do território nacional, como fronteiras terrestres e áreas portuárias.


