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Silveira articula com príncipe saudita cooperação energética

Ministro também colhe reconhecimento de ações do governo Lula e da Petrobras

Silveira articula com príncipe saudita cooperação energética (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

247 - Enquanto setores da oposição insistem em narrativas de crise, o governo Lula 3 avança de forma consistente na reconstrução do protagonismo brasileiro no cenário energético global. Nos bastidores da articulação energética, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, manteve diálogo estratégico com o príncipe Abdulaziz bin Salman, ministro de Energia e Petróleo da Arábia Saudita e um dos principais articuladores da OPEP+, em meio à aproximação do Brasil com a Carta de Cooperação do bloco.

O encontro ocorreu num momento de reordenação da geopolítica do petróleo, com países produtores buscando maior coordenação diante da instabilidade internacional. Brasil e Arábia Saudita, ambos atores centrais no suprimento global de petróleo e gás, trataram da necessidade de estabilidade de preços, previsibilidade e cooperação entre Estados soberanos na condução de suas políticas energéticas.

Segundo relatos de bastidor, a equipe  reconheceu avanços recentes da Petrobras sob o governo Lula, apontando a retomada da capacidade operacional e financeira da estatal. Foram citados o retorno da produção a 1 milhão de barris por dia no campo de Tupi, a reativação das FAFENs da Bahia e de Sergipe, fortalecendo a produção nacional de fertilizantes e reduzindo a dependência externa, além da valorização expressiva das ações da Petrobras, impulsionadas pelo petróleo no maior patamar desde novembro. 

A movimentação faz parte da estratégia do governo Lula 3 de recolocar o Brasil como liderança do Sul Global, defendendo soberania sobre seus recursos naturais e uma transição energética justa. 

Silveira tem reiterado dentro do Governo que energia é política de desenvolvimento, geração de empregos, renda, reindustrialização via gás natural e fortalecimento dos biocombustíveis como ativos estratégicos do país.

Ao dialogar com Abdulaziz, o governo sinaliza que o Brasil voltou a atuar como protagonista no mercado global de energia, combinando diplomacia ativa, cooperação entre países produtores e uso estratégico da riqueza energética para promover crescimento econômico, inclusão social e desenvolvimento soberano.

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