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Silveira destaca diretrizes de Lula e legado de Dilma no setor de energia

Ministro destaca Lula e legado de Dilma no setor de energia ao defender agenda com renovação das distribuidoras e novos leilões

Alexandre Silveira (Foto: Tauan Alencar via MME)

247 - O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta quinta-feira (9), no Rio de Janeiro, que sua permanência no cargo está diretamente ligada à continuidade das diretrizes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o setor energético. Ao abordar a política conduzida pelo governo, ele destacou medidas como a renovação das concessões de distribuição, o avanço do LRCAP, a preparação do primeiro leilão de baterias do país e a implementação de políticas sociais no setor elétrico.

A declaração foi feita durante o segundo dia do Latam Energy 2026, evento que reúne autoridades e representantes da área de energia. Na ocasião, Silveira reforçou o alinhamento de sua gestão com as prioridades do governo federal e ressaltou a importância de garantir a execução de projetos estruturantes em andamento.

Segundo o ministro, sua decisão de permanecer à frente da pasta atendeu a um pedido direto do presidente Lula e está vinculada à necessidade de dar continuidade a agendas estratégicas.

“Eu não podia negar um pedido do presidente Lula. E isso não é novidade, é público. Todos sabem quantas vezes ele foi pressionado, inclusive por conta das minhas ações, para que eu não permanecesse no ministério”, afirmou.

Silveira também destacou o legado da ex-ministra e ex-presidenta Dilma Rousseff à frente do Ministério de Minas e Energia, especialmente durante o primeiro governo Lula. Ele relembrou reformas estruturais promovidas no período e citou a criação da Empresa de Planejamento Energético (EPE), considerada fundamental para a formulação de políticas públicas no setor.

Ao mencionar Dilma, o ministro fez uma defesa enfática de sua trajetória e de sua integridade. “Não posso deixar de lembrar de uma das mulheres mais dignas que eu conheci na vida e com quem tenho tido a oportunidade de conviver de forma tão próxima, que é a nossa hoje presidente do BRICS, ex-ministra e ex-presidenta da República. Ela sonhou, em uma época muito difícil que o Brasil vivia, e esse sonho lhe custou, como mulher e como ser humano, muito caro. Ninguém pode falar uma vírgula sequer da sua decência, da sua moral e da sua probidade", declarou.

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