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China responderá com firmeza e força à suposta "autodefesa coletiva", diz representante chinês na ONU

“A China, é claro, não pode aceitar isso, nem os 1,4 bilhão de chineses”, arrematou

CGTN – O representante chinês nas Nações Unidas, Fu Cong, declarou no dia 18 que, nos últimos anos, os líderes japoneses têm contrariado a corrente histórica, associando Taiwan à chamada "crise da existência” nipônica, presumindo reações com base na aliança Japão-EUA e tentando intervir militarmente na questão de Taiwan sob o pretexto da chamada "autodefesa coletiva".

Segundo o diplomata chinês, as falácias do Japão são juridicamente insustentáveis, violando não apenas suas obrigações internacionais do Japão como país derrotado na II Guerra Mundial, mas também os princípios fundamentais da Carta da ONU, o que deve despertar a vigilância e a oposição de todos os Estados amantes da paz.

"Independentemente do pretexto que o Japão utilize para exercer sua suposta "autodefesa coletiva" e intervir na questão de Taiwan, isso constituirá uma agressão contra a China, e esta responderá com firmeza e força”, declarou Fu Cong.

Anteriormente, o chanceler chinês, Wang Yi, disse, em 14 de fevereiro, que a declaração da atual primeira-ministra japonesa de que um conflito no Estreito de Taiwan constituiria uma "crise de existência" na qual o Japão poderia exercer seu direito à autodefesa coletiva era inédita nos 80 anos desde a Segunda Guerra Mundial. Isso desafia diretamente a soberania da China, a ordem internacional pós-guerra e viola os compromissos políticos do Japão com a China. “A China, é claro, não pode aceitar isso, nem os 1,4 bilhão de chineses”, arrematou.