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Dono do Madero diz que vendas caíram cerca de 25% em pontos reabertos

Empresário Junior Durski, que gerou polêmica ao dizer que “não podemos parar por conta de 5 ou 7 mil que vão morrer”, numa crítica ao isolamento social, afirmou que nunca desmecereu o valor de uma vida

As ações pagas pela metade envolvem 14 lojas do grupo Madero (Foto: Reprodução)

247 - O empresário Junior Durski, que gerou polêmica ao dizer, em vídeo, que “não podemos parar por conta de 5 ou 7 mil que vão morrer”, numa crítica ao isolamento social praticado em combate à pandemia do coronavírus, diz agora que não nunca desmereceu o valor de uma vida.

Em entrevista à Exame, ele contou que as vendas nos restaurantes que foram reabertos em algumas cidades caíram 25%, mas que estão voltando aos poucos. “Estamos retomando o movimento aos poucos, apesar de entender que as pessoas estão sofrendo com a crise econômica”, disse.

“Nunca desmereci o valor de uma vida e não é o que eu acredito. O que eu quis dizer é minha preocupação como empresário é também com a economia e com os milhões de desempregos”, declarou ainda.

Nesta sábado 16, em entrevista à Band, Durski se disse surpreso com o “sumiço” das pessoas em seus estabelecimentos. Após minimizar as mortes por Covid-19 no Brasil, o dono do Madero afirmou não ter se arrependido do que disse. Ele também demitiu 600 funcionários mesmo depois de ter prometido manter o quadro durante a crise.