"Teremos em quatro anos a menor inflação acumulada da história", reafirma Lula
Inflação de 2025 foi a menor desde 2018, ‘resultado de uma política econômica séria, que faz o Brasil crescer e distribuir renda’, diz o presidente
247 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) celebrou publicamente nesta sexta-feira (9) os dados oficiais de inflação divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostraram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dentro do teto da meta ao final de 2025. O resultado, segundo Lula, confirma que as projeções negativas feitas pelo mercado financeiro no início do ano passado não se concretizaram.
Em postagem nas redes sociais, o presidente comentou o contraste entre as previsões e o desempenho efetivo da economia. A manifestação ocorreu após a divulgação dos números pelo IBGE, que indicaram inflação acumulada de 4,26% em 2025, abaixo do limite máximo de 4,5% definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
“Há um ano, o mercado dizia que íamos fechar 2025 com inflação de 5%, fora da meta”, afirmou Lula. Em seguida, o presidente destacou o resultado oficial: “Hoje, o IBGE confirma que os pessimistas estavam errados: encerramos o ano com IPCA de 4,26%, o menor índice desde 2018 e dentro da meta estabelecida para nossa economia”.
Na avaliação do presidente, o dado reforça a trajetória do atual governo no controle dos preços ao longo do mandato. “Esse dado confirma: teremos em quatro anos a menor inflação acumulada da história”, escreveu Lula, relacionando o desempenho à orientação da política econômica adotada desde o início de sua gestão.
O presidente também atribuiu o resultado a escolhas estruturais do governo. Segundo ele, a inflação mais baixa é “resultado de uma política econômica séria, que faz o Brasil crescer, distribuir renda e considera, em primeiro lugar, o bem-estar do povo brasileiro”.
Os dados divulgados pelo IBGE mostram ainda que o IPCA de dezembro de 2025 ficou em 0,33%, abaixo do registrado no mesmo mês do ano anterior, e que o acumulado anual foi o menor desde 2018. O resultado reforçou o discurso do governo de que as previsões do mercado financeiro, que apontavam inflação acima da meta e riscos de descontrole, não se confirmaram ao longo do ano.



