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Folena destaca desempenho de Lula nas pesquisas e sugere que todos os segmentos ganham com eventual reeleição

O analista citou algumas medidas para justificar a liderança do presidente nas intenções de voto e criticou a extrema direita

Lula e Jorge Folena (Foto: Ricardo Stuckert/PR I Reprodução (247) I Antonio Augusto/TSE)
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247 - O advogado e cientista político Jorge Folena afirmou nesta semana, em entrevista ao programa Giro das Onze, da TV 247, que as novas pesquisas de intenções de voto confirmaram a capacidade de recuperação política em meio a um cenário de forte pressão da oposição ao governo. O cientista político relacionou a melhora nas pesquisas a ações econômicas e sociais conduzidas pelo Palácio do Planalto.

“Elevação em muito pouco tempo”, afirmou Folena ao comentar os números divulgados pela Quaest. De acordo com o levantamento sobre o primeiro turno da eleição presidencial de 2026, Lula (PT) aparece com 37% em abril e subiu para 39% em maio. Flávio Bolsonaro (PL) passou de 32% para 33% no mesmo período. 

O cientista político acrescentou que o governo mantém diálogo com vários segmentos sociais. “Lula é o candidato do desenvolvimento, do fortalecimento da soberania, da defesa da classe trabalhadora, setores industrial, comercial, prestadores de serviço”, declarou.

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Gráfico. Foto: Reprodução

Segundo Folena, oposicionistas ao governo chegaram a “decretar a morte política do presidente” depois da rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal e também após a derrubada do veto presidencial ao PL da Dosimetria, proposta que recalcula penas e pode beneficiar condenados por atos golpistas.

Folena também associou a recuperação de Lula ao desempenho econômico do governo e à defesa de políticas voltadas para diferentes setores produtivos do País. Na avaliação dele, os grupos políticos alinhados à oposição defendem “um projeto antinação, antigo povo”.

O analista observou também que Lula enfrenta resistência de setores mais ricos da sociedade brasileira por defender direitos sociais. “Há um preconceito (da elite) em relação a Lula. O presidente mostrou durante sua trajetória que ele é um grande braisleiro, que trabalha muito pelo seu País, pelos pobres, inclusive para a classe dominante, que não compreende isso. ódio gestado pela classe dominante”, acrescentou.

A pesquisa Quaest mencionada pelo analista reforçou o cenário de disputa antecipada para a eleição presidencial de 2026, em um momento no qual o governo busca consolidar programas econômicos, ampliar medidas sociais e fortalecer sua base política após embates recentes com o Congresso Nacional.

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