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Após 35 mil mortes, EUA dizem "rejeitar com firmeza" que esteja havendo genocídio em Gaza

Mais de 15 mil crianças já morreram devido aos ataques israelenses

Benjamin Netanyahu e Joe Biden (Foto: Reuters )
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247 - Na mais recente declaração da administração Biden sobre o conflito em Gaza, os Estados Unidos reiteraram sua posição de não considerar os acontecimentos na região como um genocídio, apesar das crescentes preocupações e críticas da comunidade internacional. De acordo com a agência Reuters, Jake Sullivan, assessor de segurança nacional dos Estados Unidos, afirmou categoricamente nesta segunda-feira (13) que o governo de Joe Biden não vê os assassinatos de palestinos em Gaza por Israel como constitutivos de genocídio.

"Não acreditamos que o que está acontecendo em Gaza é um genocídio. Deixamos registrado com firmeza a rejeição dessa proposição", afirmou Sullivan.

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Essa afirmação vem em meio a uma escalada de violência que já causou a morte de mais de 35 mil palestinos, segundo autoridades de saúde locais, com mais de 15 mil crianças entre as vítimas. O número de crianças mortas representa mais de 44% do total de vítimas e lança luz sobre o impacto desproporcional dos ataques israelenses sobre os mais vulneráveis.

Em suas declarações, Sullivan destacou o desejo dos EUA de ver o Hamas derrotado e expressou preocupação com a situação dos palestinos presos no meio do conflito, descrevendo sua condição como um "inferno". 

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A posição dos Estados Unidos em relação ao que ocorre em Gaza tem sido objeto de duras críticas, especialmente à luz das preocupações com os direitos humanos e o direito internacional. Enquanto isso, a comunidade internacional, incluindo a Organização das Nações Unidas (ONU), tem condenado as operações militares israelenses em Rafah, no sul da Faixa de Gaza.

A guerra em Gaza, que já dura sete meses, começou após um ataque do Hamas contra o sul de Israel em outubro de 2023, seguido por uma resposta militar de Israel. Desde então, a região tem sido devastada por ataques do governo de Benjamin Netanyahu, resultando em mais de 35 mil mortes.

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