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China confirma morte de cidadão em Teerã e retira 3 mil do Irã, relata porta-voz da chancelaria

Chancelaria chinesa afirma que ataques dos Estados Unidos e de Israel violam o direito internacional e reforça alerta para evacuação imediata

Mao Ning, porta-voz da Chancelaria chinesa (Foto: Ministério das Relações Exteriores da China)

247 - Um cidadão chinês morreu em Teerã em meio à escalada do conflito no Irã, informou o Ministério das Relações Exteriores da China nesta segunda-feira. A pasta também comunicou que mais de 3 mil cidadãos chineses foram retirados do território iraniano desde o agravamento da crise.

As informações foram divulgadas pela chancelaria chinesa durante coletiva de imprensa regular. Na ocasião, o ministério voltou a orientar que os nacionais deixem o país “o mais rápido possível”, diante do cenário de instabilidade e risco crescente.

A porta-voz Mao Ning declarou que os ataques conduzidos pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã violam o direito internacional. Segundo ela, a China está “altamente preocupada” com os possíveis efeitos colaterais do conflito sobre países vizinhos.

Ao comentar a ofensiva, Mao Ning afirmou que os bombardeios representam uma afronta às normas internacionais e reiterou que Pequim acompanha com preocupação o risco de expansão da crise para além das fronteiras iranianas.

Questionada sobre relatos envolvendo a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, a porta-voz afirmou que a China se opõe ao uso da força nas relações internacionais. O ministério instou todas as partes envolvidas no conflito a cessarem as ações militares e a impedirem uma nova escalada da violência.

A chancelaria também foi questionada sobre uma possível visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas não foram detalhados esclarecimentos adicionais no comunicado divulgado.

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