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Trump cumprimenta Lula e diz: "good job"

Cumprimento entre Lula e Trump ocorreu após concerto organizado por Emmanuel Macron durante a cúpula do G7

Presidente Lula durante Encontro com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington (Foto: Ricardo Stuckert / PR)
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247 - Os presidentes Lula (PT) e Donald Trump se cumprimentaram na noite de terça-feira (16), durante um evento social da cúpula do G7, realizado em Évian-les-Bains, na França. O encontro informal ocorreu após um concerto promovido pelo presidente francês, Emmanuel Macron, no hotel que recebe a reunião dos líderes internacionais, relata o Metrópoles

De acordo com assessores de Lula, o cumprimento entre o presidente brasileiro e o presidente dos Estados Unidos não foi registrado em foto ou vídeo. Depois do concerto, os dois seguiram para um jantar de gala oferecido por Macron aos participantes da cúpula.

Mais cedo, durante a tradicional “foto de família” dos líderes presentes ao encontro do G7, Lula e Trump chegaram a passar próximos um do outro, mas não houve interação naquele momento. A aproximação ocorreu apenas mais tarde, no evento social organizado pela Presidência francesa.

De acordo com os relatos, Trump dirigiu-se a Lula com as expressões em inglês “How are you?” e “Good job”, que significam, respectivamente, “Como você está?” e “Bom trabalho”. Como não havia um intérprete por perto naquele momento, Lula respondeu apenas com um aceno de cabeça.

Auxiliares do Palácio do Planalto destacaram que as interações tiveram caráter estritamente informal e que não houve reunião bilateral entre os dois líderes durante a programação do G7. Assim, as negociações entre Brasil e Estados Unidos continuam sendo conduzidas por integrantes das equipes ministeriais dos dois países.

A questão tarifária permanece como um dos principais temas da agenda bilateral. O governo brasileiro busca desde o ano passado a retirada de taxas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais. Em novembro de 2025, houve um avanço nas tratativas, quando a Casa Branca decidiu eliminar uma tarifa de 40% que incidia sobre diversos itens exportados pelo Brasil.

Nos bastidores do governo brasileiro, a avaliação é que a proposta de uma tarifa adicional de 25%, apresentada por Washington sob a justificativa de supostas práticas comerciais desleais, ainda pode ser revertida por meio de negociações. Por outro lado, integrantes da equipe econômica consideram praticamente consolidada a sobretaxa de 12,5% associada à alegação de insuficiência de medidas contra o trabalho forçado.

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