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Reuters: EUA podem atacar o Irã nas próximas 24 horas

Donald Trump ameaçou intervir no Irã

Ilustração com miniatura impressa em 3D do presidente dos EUA, Donald Trump, e a bandeira iraniana ao fundo - 9 de janeiro de 2026 (Foto: REUTERS/Dado Ruvic)

247 - Os Estados Unidos podem cumprir sua ameaça de intervenção militar no Irã nas próximas 24 horas, segundo um funcionário europeu citado pela Reuters.

A possibilidade de um ataque contra a nação persa, abalada há semanas por protestos antigovernamentais, também não foi descartada por outros dois funcionários, um europeu e outro israelense. Este último afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, parecia ter tomado a decisão de intervir, embora ainda não esteja claro o alcance da operação nem o momento em que ocorreria.

As manifestações em massa no Irã começaram no fim de dezembro, depois que comerciantes da capital fecharam seus estabelecimentos em protesto contra a desvalorização do rial iraniano, que caiu a mínimas históricas frente ao dólar norte-americano.

Donald Trump ameaçou intervir no Irã caso fossem registradas mortes de manifestantes. Na terça-feira, dirigiu-se aos “patriotas iranianos”, incentivando-os a continuar protestando e a “assumir suas instituições”, ao mesmo tempo em que assegurou que “a ajuda está a caminho”.

Por sua vez, Teerã acusa os Estados Unidos e Israel de instigar os manifestantes por meio de métodos de “guerra branda” e de infiltrar terroristas do Estado Islâmico*.

Cerca de 2.000 pessoas, incluindo membros das forças de segurança, morreram nos protestos, segundo um funcionário iraniano citado pela Reuters. 

Mais cedo, Teerã afirmou que está determinado a defender sua soberania nacional e sua segurança diante de qualquer interferência estrangeira e de ações maliciosas. Teerã acusa forças estrangeiras de incentivarem atos violentos. Mais cedo, a Reuters informou que grupos armados curdos tentam atravessar do Iraque para o Irã. 

A grande mídia admite que isso ocorre “como um sinal de entidades estrangeiras possivelmente buscando se aproveitar da instabilidade”. (Com informações do RT). 

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