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Petrobras afirma que conflito no Irã não ameaça fluxo de importações e exportações

Empresa afirma que rotas alternativas garantem importações e exportações mesmo após fechamento do Estreito de Ormuz

Petrobras coloca à venda 27 campos terrestres no Espírito Santo (Foto: Tânia Rêgo - ABR)

247 - A Petrobras informou nesta segunda-feira (2) que, até o momento, não há risco de interrupção nas operações de importação e exportação em razão da escalada do conflito no Oriente Médio. A avaliação ocorre após os Estados Unidos e Israel atacarem o Irã neste sábado (28), episódio que resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei e de auxiliares próximos, ampliando a tensão na região.

Em nota, a companhia afirmou que “os fluxos de importação da Petrobras são majoritariamente fora da região de crise e as poucas rotas que existem podem ser redirecionadas”. A estatal ressaltou ainda que mantém alternativas logísticas capazes de assegurar a continuidade das operações.

Os ataques levaram ao fechamento do Estreito de Ormuz, considerado a principal via marítima para o transporte de petróleo do Oriente Médio. Mesmo com o bloqueio, a Petrobras declarou que “possui rotas alternativas à região do conflito, o que dá segurança e custos competitivos para as operações da companhia, preservando as margens”.

A empresa tradicionalmente adquire petróleo e diesel de países do Oriente Médio. No caso do petróleo, parte das compras envolve um tipo específico de óleo produzido na região, utilizado na fabricação de lubrificantes. Ainda assim, segundo a estatal, a atual configuração das rotas comerciais e a diversificação dos fluxos reduzem a exposição direta ao conflito.

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