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Bolsonaro apresenta melhora clínica e redução de inflamação

Ex-presidente segue em unidade semi-intensiva após diagnóstico de pneumonia bacteriana e mantém tratamento com antibióticos e fisioterapia

Brasília (DF) - 24/12/2025 - Um apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro faz oração na frente do Hospital DF Star, onde foi realizada uma cirurgia de hérnia inguinal e tratar de um soluço persistente (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

247 - Jair Bolsonaro (PL) apresentou melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira (17). Internado no hospital DF Star, em Brasília, ele permanece em uma unidade semi-intensiva, com quadro considerado estável e sob monitoramento contínuo. As informações foram divulgadas pelo hospital DF Star. De acordo com a equipe médica, houve nova redução nos marcadores inflamatórios, indicando resposta positiva ao tratamento adotado.

No boletim, os médicos registraram que Bolsonaro “manteve melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, com nova queda nos marcadores inflamatórios”. O documento também informa que o ex-presidente “segue em tratamento com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora”.

Ainda conforme o hospital, Bolsonaro foi transferido na tarde de segunda-feira (16) para uma nova acomodação dentro da UTI, considerada mais adequada à evolução do seu quadro clínico.

O ex-presidente está internado desde sexta-feira (13), após apresentar mal-estar durante a madrugada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”, onde cumpre prisão. Ele foi levado ao hospital com sintomas como febre, vômitos e baixa saturação de oxigênio.

Segundo os médicos, o diagnóstico apontou pneumonia bacteriana bilateral causada por broncoaspiração. Desde então, ele vem sendo tratado com antibióticos administrados por via intravenosa, além de sessões de fisioterapia respiratória e motora.

No boletim anterior, divulgado no domingo (15), o quadro era considerado estável, mas com aumento dos marcadores inflamatórios, o que levou à ampliação da cobertura antibiótica. A evolução recente, com redução desses índices, indica melhora na resposta ao tratamento.

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