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Médico de Bolsonaro afirma que 'o resultado do bloqueio do nervo frênico foi insatisfatório'

O cirurgião Claudio Birolini informou que uma endoscopia constatou um refluxo persistente no político da extrema-direita

Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Diego Herculano)

247 - O cirurgião Claudio Birolini afirmou que os procedimentos médicos em Jair Bolsonaro (PL) não eliminaram totalmente as crises de soluço, associadas a um quadro de esofagite erosiva e gastrite. Agora a estratégia, a partir de agora, será insistir no tratamento medicamentoso e em mudanças de hábito. A entrevista foi concedida SBT News.

De acordo com o médico, uma endoscopia constatou um refluxo persistente em Bolsonaro. Médicos também fizeram bloqueios anestésicos do nervo frênico (tentativas de controlar o soluço), mas a resposta ficou "aquém do esperado".

O ex-mandatário foi internado no Hospital DF Star no dia 24 de dezembro, após ser transferido da Polícia Federal. Ele passou por cirurgia de hérnia inguinal bilateral e por exames que apontaram esofagite erosiva. A expectativa da equipe é que ele tenha alta nesta quinta-feira (1º).

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Bolsonaro a 27 anos de prisão no inquérito da trama golpista. Foi a pena mais alta entre as 29 condenações à prisão nas ações penais da trama golpista.

O ex-mandatário respondeu por cinco crimes - golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, deterioração de patrimônio tombado, e dano qualificado pela violência.

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