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Caso Master: operação contra Rioprevidência apreende carros de luxo

PF cumpriu nesta sexta mandados de busca e apreensão contra três autoridades do Rioprevidência, no contexto de investigações sobre o caso Banco Master

Agentes da PF em operação contra Rioprevidência (Foto: PF)

247 - A Operação Barco de Papel, da Polícia Federal, foi concluída nesta sexta-feira (23) no Rio de Janeiro-RJ com a apreensão de diversos bens, documentos e dispositivos eletrônicos em diferentes endereços e instituições. No RioPrevidência, os agentes recolheram arquivos digitais e documentos variados.

Em uma residência localizada em Botafogo, foram apreendidos um veículo de luxo blindado, cerca de R$ 7 mil em dinheiro, um pen drive, um relógio e documentos diversos. Já em um imóvel na Gávea, a operação resultou na apreensão de um veículo de luxo, aproximadamente R$ 3,5 mil em espécie, um celular, um notebook, além de pen drives, HDs e documentação variada.

Por fim, em uma residência situada na Urca, os investigadores recolheram um celular, um notebook e outros documentos diversos, encerrando o balanço final das apreensões realizadas no âmbito da operação.

A PF cumpriu nesta sexta-feira mandados de busca e apreensão contra três autoridades do Rioprevidência para apurar a suspeita de operações financeiras irregulares no mais recente desenvolvimento do caso envolvendo o Banco Master.

Entre os alvos estão o diretor-presidente da instituição, Deivis Marcon Antunes; Eucherio Lerner Rodrigues, ex-diretor de Investimentos; e Pedro Pinheiro Guerra Leal, ex-diretor de Investimentos interino, de acordo com a Reuters.

A PF disse mais cedo que a investigação, iniciada em novembro de 2025, visa apurar um conjunto de nove operações financeiras, realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de aproximadamente R$ 970 milhões de recursos pertencentes à autarquia em Letras Financeiras emitidas por banco privado.

São apurados crimes contra o sistema financeiro nacional, como gestão fraudulenta, desvio de recursos, induzir em erro repartição pública e fraude à fiscalização ou ao investidor, além de associação criminosa e corrupção passiva.

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