"Lula fez o triplo do que Bolsonaro fez por SP", diz Haddad
Pré-candidato ao governo estadual, Fernando Haddad afirma que o presidente Lula apoia SP e diz que vai levar ao eleitor "a verdade dos fatos"
247 - O pré-candidato ao governo de São Paulo e ex-ministro, Fernando Haddad (PT), afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve atuação mais expressiva no estado do que o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, o apoio do governo federal tem sido fundamental para a execução de obras e políticas públicas em território paulista.
Em entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (15). Haddad afirmou que “Lula fez o triplo do que o Bolsonaro fez por São Paulo” e reforçou que “quem tá fazendo por São Paulo é o presidente Lula”. Ele também destacou o papel direto da União no andamento de projetos: “Essas obras que tão saindo, tão saindo por causa do apoio do governo federal”.
Desafio de levar informações ao eleitor
Durante a entrevista, Haddad afirmou que pretende concentrar sua campanha na apresentação de dados sobre a situação do estado. Para ele, a compreensão do eleitor sobre a gestão atual será determinante no processo eleitoral.
“Se a gente conseguir entregar ao eleitor as condições em que Tarcísio assumiu o governo do estado e como ele está hoje, o eleitor vai ser convencido. Meu desafio é fazer chegar ao eleitor a verdade dos fatos”, declarou.
O ex-ministro acrescentou que pretende “demonstrar com dados que houve um retrocesso no estado de São Paulo”, indicando que sua estratégia será baseada em indicadores concretos.
Preocupação de Lula com o estado
Haddad também afirmou que sua candidatura foi influenciada por conversas com o presidente Lula, que demonstrou preocupação com a situação de São Paulo. Segundo ele, esse cenário foi determinante para sua decisão de disputar o governo estadual.
“O presidente estava muito preocupado com São Paulo, e eu só vim a entender porque depois de uma longa conversa com ele. São Paulo, neste momento, está inspirando muitos cuidados [...] estamos com vários problemas em São Paulo apesar do governo federal”, afirmou.


