Militante do PT é brutalmente agredido em meio a gritos de 'Bolsonaro, Bolsonaro'
Deputada federal Benedita da Silva cobra investigação rigorosa após Mauro Figueiredo Rocha ser atacado em Copacabana
247 - Membro do PT do município do Rio de Janeiro, Mauro Figueiredo Rocha foi brutalmente agredido no bairro de Copacabana, Zona do Sul da capital fluminense. A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) destacou a gravidade do caso e repudiou a violência contra o correligionário.
“Total solidariedade ao companheiro Mauro Figueiredo Rocha, do PT Carioca, agredido em Copacabana por usar nossos adesivos, em meio a gritos de ‘Bolsonaro, Bolsonaro’. Isso é ódio político e covardia. Obrigada, Lindbergh Farias suporte jurídico diante de tamanha violência!”, escreveu a parlamentar na rede social X.
A deputada também afirmou que recebeu a notícia com tristeza e preocupação. Para Benedita, a agressão não deve ser tratada como um episódio isolado, já que envolve intolerância política contra uma pessoa que manifestava sua posição partidária.
A parlamentar destacou que a violência contra Mauro atinge não apenas o militante, mas também valores democráticos básicos, como a liberdade de expressão e o direito de participação política.
Agressão em Copacabana
Mauro Figueiredo Rocha, membro do PT carioca, foi atacado em Copacabana. De acordo com o relato de Benedita, a agressão ocorreu enquanto ele usava adesivos do partido, em meio a gritos de apoio a Bolsonaro.
A deputada afirmou estar “consternada e profundamente triste!” com o episódio de violência política. “O que aconteceu com o nosso companheiro Mauro Figueiredo Rocha não pode ser tratado como um caso isolado. Ser agredido por usar um adesivo de partido e por defender suas ideias é um ataque direto à democracia e ao direito de cada pessoa se manifestar livremente”, continuou.
Benedita cobra apuração rigorosa
Benedita da Silva cobrou investigação rigorosa sobre o caso e responsabilização dos autores da agressão. A parlamentar também prestou solidariedade à família de Mauro e à militância do PT.
“Minha solidariedade ao Mauro, à sua família e a toda a nossa militância do PT. Que toda a violência sofrida por ele seja rigorosamente investigada e que os responsáveis respondam pelos seus atos. Não podemos aceitar que o ódio político transforme as ruas em espaços de medo novamente! A violência política NÃO pode ter lugar no nosso país!”.


