Brasil treina sem Raphinha para enfrentar defesa fechada do Japão
Ancelotti prepara seleção brasileira contra provável esquema defensivo japonês no duelo da Copa do Mundo
247 - A seleção brasileira intensificou neste sábado (27), em Nova Jersey, a preparação para enfrentar o Japão pela segunda fase da Copa do Mundo. Sem Raphinha, que segue em tratamento de uma lesão na coxa direita, o técnico Carlo Ancelotti comandou uma atividade voltada a encontrar caminhos para superar a provável retranca japonesa, segundo informações do UOL.
O Brasil enfrenta o Japão na segunda-feira (29), às 14h, pelo horário de Brasília, em Houston, em partida decisiva por uma vaga na próxima etapa do Mundial. O trabalho contou com quase todo o elenco em campo durante a manhã nos Estados Unidos.
Nos 15 minutos abertos à imprensa, a comissão técnica brasileira montou uma simulação do sistema defensivo que espera encontrar diante da seleção japonesa. Bonecos foram posicionados para representar uma linha de marcação em 5-4-1, desenho tático que, na avaliação dos auxiliares de Ancelotti, deve ser adotado pelo Japão nos momentos sem a posse de bola.
A atividade indicou a preocupação da comissão técnica com um adversário que tende a atuar de forma compacta, com muitos jogadores atrás da linha da bola. A estratégia brasileira passa por acelerar a circulação, buscar infiltrações e criar superioridade pelos lados do campo para desmontar o bloqueio defensivo japonês.
Raphinha foi a principal ausência do trabalho com bola. O atacante permanece em recuperação de uma lesão na coxa direita e realizou tratamento separado, sem participar da atividade com o restante do grupo. A situação do jogador segue como ponto de atenção para a comissão técnica às vésperas do confronto.
Pouco depois da saída dos jornalistas, uma chuva forte atingiu Nova Jersey. Ainda assim, o treino da seleção brasileira não foi interrompido e prosseguiu normalmente, mantendo a programação definida por Ancelotti para a preparação contra o Japão.
O duelo em Houston terá peso decisivo para a sequência do Brasil na Copa do Mundo. Depois da fase inicial, a seleção agora encara um mata-mata em que a eficiência ofensiva contra defesas fechadas pode ser determinante para seguir na disputa pelo título.



