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Benedito Tadeu César

Cientista político

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Mídia, desinformação e poder: quem define o que é a realidade no Brasil de 2026

Nos grandes conglomerados de comunicação, redes sociais, mídia religiosa e inteligência artificial, se trava a disputa pelo controle da interpretação dos fatos

Mídia, desinformação e poder: quem define o que é a realidade no Brasil de 2026 (Foto: Ilustração da capa gerada por IA ChatGPT)

Este é o sexto artigo da série Brasil 2026: entre dados, percepções e narrativas — como se decide o voto em um país sob tensão.

A interpretação da realidade como campo de disputa

Se a economia, a desigualdade, a violência e os valores estruturam a experiência social, conforme analisado nos artigos anteriores desta série, é no campo da comunicação que essa experiência ganha forma  política. A disputa contemporânea não se limita à verificação dos fatos; ela se desloca para as narrativas que interpretam esses fatos.

No Brasil de 2026, a mídia — em suas múltiplas formas — tornou-se o principal espaço de mediação entre realidade e percepção dos eleitores.  E essa mediação se faz em um espaço marcado por baixa confiança informacional e alta exposição à desinformação.

Pesquisas nacionais e internacionais indicam que apenas cerca de 46% a 47% dos brasileiros confiam na mídia como fonte de informação, enquanto 92% afirmam estar preocupados com a disseminação de fake news. Ao mesmo tempo, mais de 60% a 70% relatam dificuldade ou preocupação em distinguir o que é verdadeiro do que é falso no ambiente digital.

Tabela 1
Tabela 1(Photo: Reprodução)Reprodução

A disputa política no Brasil se dá em um ambiente informacional online em que a incerteza é superior à de outros países que também convivem com o problema da desinformação.

Tabela 2
Tabela 2(Photo: Reprodução)Reprodução

A grande mídia e seus enquadramentos

As grandes corporações de comunicação continuam exercendo papel central na definição da agenda pública no Brasil. Embora não operem de forma homogênea, predominam, historicamente, orientações editoriais situadas entre o centro e a centro-direita, com ênfase nos temas da disciplina fiscal e estabilidade institucional e com crítica seletiva a governos, voltada principalmente para os governos e lideranças de centro-esquerda, como é possível observar na cobertura dada à operação Lava Jato.

Tabela 3
Tabela 3(Photo: Reprodução)Reprodução

Essa orientação se manifestou em episódios como o “mensalão” e a Operação Lava Jato, que receberam cobertura intensa e contínua, contribuindo para consolidar uma associação entre corrupção e atores políticos de esquerda, que perdura até hoje. Por outro lado, casos envolvendo segmentos da direita — como denúncias relacionadas à condução do governo federal durante a pandemia, às chamadas “rachadinhas” ou a vínculos com milícias na família Bolsonaro — tiveram tratamento menos intenso e menos sistemático.

Essa assimetria é relevante, para moldar a percepção pública sobre problemas estruturais, atribuindo maior visibilidade a determinados temas e menor a outros e maior culpabilidade a um campo político do que a outro.

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Imagem 4(Photo: Reprodução)Reprodução

Propriedade cruzada e poder político

Um elemento frequentemente subestimado é a presença direta de políticos na estrutura de propriedade da mídia. Levantamentos do projeto Donos da Mídia indicam que centenas de emissoras de rádio e televisão estão vinculadas a políticos ou seus grupos familiares.

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Imagem 5(Photo: Reprodução)Reprodução

Estima-se que mais de 270 políticos sejam sócios ou diretores de veículos de radiodifusão, abrangendo cerca de 340 emissoras no país. Essa presença é particularmente forte na radiodifusão local e regional, onde o controle das concessões se articula diretamente com a dinâmica eleitoral.

Além disso, estudos indicam que entre 25% e 40% das emissoras locais de rádio e TV possuem vínculos diretos ou indiretos com agentes políticos, o que reforça o caráter estrutural dessa relação.

Essa configuração cria um campo híbrido, no qual informação e interesse político se entrelaçam de forma permanente.

O controle desses meios não se dá apenas de forma direta. Ele frequentemente se organiza por meio de redes familiares, empresas intermediárias e alianças políticas que tornam opaca a identificação formal da propriedade.

A distribuição desses vínculos, ainda que nem sempre transparente, indica predominância de atores situados no campo do centro e da direita. Isso contribui para aprofundar ainda mais a assimetria estrutural: a esquerda tem presença significativamente menor na propriedade direta dos meios, especialmente fora dos grandes centros.

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Imagem 6(Photo: Reprodução)Reprodução

A capilaridade da mídia religiosa

A mídia religiosa constitui outro vetor decisivo na estruturação do ambiente informacional brasileiro. Redes católicas e, sobretudo, evangélicas formam um sistema de comunicação com elevada capilaridade territorial e forte inserção no cotidiano de amplos segmentos da população. Estima-se a existência de mais de 500 emissoras de rádio religiosas e de cerca de 200 canais de televisão com conteúdo confessional ou vinculação institucional a organizações religiosas, além da presença crescente em plataformas digitais.

No rádio e na televisão, destacam-se redes religiosas com alcance massivo, sobretudo no campo evangélico, como a Rede Aleluia, a Rede Novo Tempo e outras estruturas vinculadas a grandes denominações. Em alguns levantamentos, cerca de 21% da programação da TV aberta no Brasil possui conteúdo religioso direto ou indireto. Esse sistema, no entanto, não é homogêneo. No campo evangélico, predomina um padrão descentralizado, com forte capilaridade local e elevada capacidade de mobilização, apoiado na articulação entre mídia e redes presenciais.

No interior do catolicismo, por sua vez, observa-se uma reconfiguração importante associada à expansão da Renovação Carismática Católica (RCC). Iniciativas como a Canção Nova e a Rede Vida de Televisão consolidaram um modelo mais integrado, combinando televisão, rádio, plataformas digitais e eventos presenciais em larga escala. Esse arranjo ampliou o alcance e o engajamento da mídia católica, introduzindo uma lógica comunicacional mais dinâmica e emocional e aproximando-a, em determinados aspectos, das estratégias evangélicas de formação de identidade e fidelização de público.

Mais do que difundir conteúdos religiosos, esses sistemas de comunicação religiosos atuam de forma contínua na formação de valores, na construção de pertencimento e na definição de referências morais — especialmente em temas como família, costumes e ordem social – ,  contribuindo para a circulação e a consolidação de repertórios culturais  que favorecem a convergência parcial de posições entre diferentes segmentos religiosos.

Ao organizar interpretações da realidade e conectá-las à experiência cotidiana, a mídia religiosa não apenas informa, mas também estrutura percepções e orienta posicionamentos, participando ativamente do ambiente em que se forma o comportamento político.

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Imagem 7(Photo: Reprodução)Reprodução

Redes sociais e fragmentação da informação

Se a mídia tradicional estrutura a agenda dos temas tratados, as redes sociais fragmentam e aceleram a circulação de conteúdos sobre esses temas. O Brasil figura entre os países com maior uso de plataformas digitais no mundo, combinando escala, penetração e intensidade.

Em 2025, são cerca de 144 milhões de usuários de redes sociais, o equivalente a 67,8% da população total, chegando a 83,5% entre adultos, segundo a DataReportal.

Esse alcance massivo se expressa também nas principais plataformas. O WhatsApp reúne entre 160 e 170 milhões de usuários, com presença praticamente universal nos smartphones; o YouTube atinge cerca de 144 milhões; o Instagram varia entre 134 e 141 milhões; e o TikTok já alcança até 100 milhões de usuários. O país figura, de forma recorrente, entre os maiores mercados globais dessas plataformas.

Mais do que o tamanho, chama atenção a intensidade de uso. O Brasil ocupa a 4ª posição mundial em tempo gasto em aplicativos móveis, com 301 bilhões de horas consumidas em 2025, segundo a Sensor Tower. Em média, os brasileiros passam mais de 9 horas por dia conectados à internet, um dos níveis mais elevados do mundo.

Nesse ambiente, a lógica da comunicação se transformou. Conteúdos curtos, emocionalmente intensos e facilmente compartilháveis ganharam vantagem. Influenciadores digitais passaram a desempenhar papel relevante na formação de opinião, muitas vezes operando informações fora dos padrões tradicionais de verificação. A informação deixou de circular de forma linear e passou a se organizar em redes de afinidade ideológica e  política.

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Imagem 8(Photo: Reprodução)Reprodução

Redes fechadas, automação e desinformação organizada

A dinâmica digital não se limita à circulação espontânea. Desde 2018, evidências acumuladas indicam o uso sistemático de redes organizadas de disseminação, incluindo automação parcial, uso de robôs, disparos em massa e replicação em cadeia.

Essas estruturas operam principalmente em ambientes fechados, como o WhatsApp e o Telegram, o que dificulta o monitoramento e a regulação. A combinação entre segmentação, velocidade e reforço de crenças pré-existentes amplia significativamente seu impacto político.

Desinformação e inteligência artificial

A desinformação não é um fenômeno novo, mas ganhou escala, velocidade e sofisticação. O uso de inteligência artificial permitiu a produção de conteúdos manipulados — textos, imagens e vídeos — com alto grau de verossimilhança.

A ausência de regulação efetiva e a dificuldade de fiscalização ampliaram esse problema. Conteúdos falsos ou distorcidos circulam com rapidez, muitas vezes reforçando crenças pré-existentes e aprofundando a polarização política.

Em um ambiente de alta densidade digital como o brasileiro, esse efeito tende a ser ainda mais intenso.

Ecossistemas em disputa: financiamento, arquitetura da comunicação e poder de definição da realidade

A disputa política contemporânea no Brasil não se organiza apenas em torno de programas, lideranças ou ideologias. Ela se estrutura, de forma cada vez mais decisiva, em torno da capacidade de produzir, financiar e sustentar sistemas de interpretação da realidade. Nesse terreno, o país assiste à consolidação de ecossistemas comunicacionais ideologicamente orientados, marcados por profundas assimetrias entre os campos da direita — especialmente da extrema-direita — e da esquerda.

No campo da direita e da extrema-direita, a Brasil Paralelo tornou-se um dos exemplos mais acabados de integração entre produção de conteúdo, modelo de negócios e estratégia política. Apresentando-se como produtora independente, a empresa opera, na prática, como uma plataforma completa de formação de audiência, difusão de narrativas e monetização em escala.

Seu modelo combina documentários, cursos, séries e conteúdos editoriais com forte apelo estético e narrativo, frequentemente ancorados em leituras revisionistas da história e em interpretações conservadoras de temas sociais. No entanto, o diferencial não está apenas no conteúdo, mas na engenharia econômica que sustenta sua expansão.

Esse modelo articula múltiplas fontes de financiamento. De um lado, receitas recorrentes oriundas de assinaturas — geralmente situadas na faixa de R$ 10 a R$ 30 mensais —, cursos e produtos educacionais. De outro, um elemento estrutural mais decisivo: a presença de aportes empresariais alinhados a estratégias político-culturais de longo prazo. O caso mais documentado é o do empresário Jorge Gerdau Johannpeter, que realizou aportes estimados em cerca de R$ 1,5 milhão, atuou como conselheiro e integrou a estrutura societária da empresa.

Esse tipo de financiamento não responde prioritariamente à lógica de retorno imediato. Trata-se, em grande medida, de investimento na construção de capacidade de influência — na formação de público, na consolidação de narrativas e na ocupação contínua do espaço público informacional.

Essa base financeira é potencializada por um outro eixo decisivo: o uso intensivo e sistemático de publicidade digital. A Brasil Paralelo figura entre os maiores anunciantes políticos do país, tendo acumulado cerca de R$ 26,6 milhões em anúncios nas plataformas da Meta Platforms, superando grandes corporações e órgãos públicos na categoria de temas sociais e políticos. Mantém, além disso, posição recorrente entre os maiores investidores em publicidade digital política, liderando rankings em diferentes períodos.

No ecossistema do Google, incluindo o YouTube, a Brasil Paralelo também já apareceu como uma das maiores — e, em momentos específicos, a principal — anunciantes de conteúdo político, evidenciando uma estratégia consistente de ocupação dos principais canais de circulação de informação.

A escala desses investimentos revela um aspecto central: o volume de recursos necessário para sustentar campanhas contínuas de publicidade digital em larga escala tende a ultrapassar, isoladamente, a capacidade de financiamento derivada de assinaturas de baixo valor unitário. Isso indica a existência de uma arquitetura financeira mais complexa, baseada na combinação entre receitas recorrentes, reinvestimento intensivo e aportes estratégicos.

Os veículos que são financiados por assinaturas de baixo valor unitário (mídias independentes com posição progressista) têm papel relevante na produção de contranarrativas que se opõem ao pensamento conservador, mas operam com menor integração e menor capacidade de investimento contínuo. O resultado é o predomínio da formação de sistemas comunicacionais altamente eficientes, majoritariamente conservadores, capazes de operar com segmentação precisa, forte engajamento emocional e construção de circuitos informacionais relativamente fechados, nos quais narrativas são reiteradas, reforçadas e protegidas do contraditório.

No campo da esquerda, também se observa a constituição de um ecossistema digital relevante, embora com características distintas. Iniciativas como Brasil 247, o Instituto Conhecimento Liberta (ICL), o GGN, o Diálogos do Sul, o Brasil de Fato, o Esquina Democrática e a própria Rede Estação Democracia, entre centenas de outros, compõem um campo ativo de produção de conteúdo, análise e disputa de narrativa.

Esses veículos operam, em geral, a partir de modelos híbridos de financiamento, que combinam publicidade digital, apoio direto do público, parcerias institucionais e, em alguns casos, venda de cursos e conteúdos formativos. Trata-se de um arranjo que garante sustentabilidade, mas com menor capacidade de concentração de recursos.

A diferença central, portanto, não está na existência ou não de mídia ideológica em cada campo, mas na escala, no grau de integração e na capacidade de investimento contínuo. Não há evidência de que o campo progressista opere com níveis equivalentes de aportes empresariais estruturados ou com volumes comparáveis de investimento permanente em publicidade digital massiva.

Além disso, a arquitetura comunicacional também difere. Enquanto plataformas da direita tendem a operar com forte integração entre produção, distribuição e monetização — formando ecossistemas coesos —, a mídia de esquerda apresenta maior fragmentação e menor coordenação estratégica.

Há ainda uma diferença relevante na lógica de circulação. A mídia progressista tende a manter maior abertura ao debate público ampliado, enquanto estruturas conservadoras mais segmentadas operam com maior capacidade de retenção e fidelização intensiva de públicos específicos.

O efeito dessas diferenças é cumulativo. Ele não elimina a disputa, mas redefine suas condições. De um lado, no campo conservador, sistemas comunicacionais altamente integrados, financeiramente robustos e orientados por estratégias de segmentação e escala. De outro, no campo progressista, um conjunto plural de iniciativas relevantes, mas com menor capacidade de amplificação contínua.

Nesse contexto, a disputa  política de 2026 será fortemente influenciada pelo ecossistema  que dispõe de maior capacidade de financiar, organizar e sustentar essas estruturas de comunicação, não apenas se comunicando melhor — mas definindo, em larga medida, os termos em que a realidade será percebida e disputada. Ao selecionar temas, definir enquadramentos e amplificar determinados conteúdos, o ecossistema contribui para estruturar a interpretação do mundo social.

Esse processo ajuda a explicar por que indicadores econômicos positivos podem conviver com percepções negativas persistentes da economia e por que a violência, mesmo em trajetória de queda, permanece central no debate público. Entre o dado e sua interpretação há mediação — e é nesse espaço que a política se reorganiza.

A eleição de 2026 será, em grande medida, uma disputa de narrativas. Não se trata apenas de apresentar propostas, mas de construir interpretações plausíveis do país, capazes de dar sentido à experiência cotidiana dos eleitores.

Entre o dado e o voto, há mediação. E é nessa mediação — exercida por sistemas de comunicação cada vez mais complexos, fragmentados e assimétricos — que se define o sentido político da realidade.

Quem organiza e divulga as informações sobre a realidade organiza o voto

O Brasil chega a 2026 com um sistema de comunicação profundamente reconfigurado. Mídia tradicional, estruturas regionais, redes religiosas, plataformas digitais e novas mídias ideológicas não operam de forma isolada, mas compõem um grande ecossistema integrado — e desigual — de produção de sentido.

Nesse ambiente, a disputa política deixa de se organizar apenas em torno de agendas e propostas e passa a depender, de forma crescente, da capacidade de financiar, estruturar e sustentar circuitos de comunicação contínuos e eficazes. A emergência de plataformas como a Brasil Paralelo evidencia esse deslocamento.

Modelos que combinam assinaturas de massa, venda de conteúdos, investimento intensivo em publicidade digital e aportes empresariais estratégicos demonstram que a disputa informacional passou a operar também como um mercado estruturado, no qual influência política e capacidade financeira se articulam de forma direta.

A escala desses investimentos — expressa em dezenas de milhões de reais em publicidade digital — não apenas amplia o alcance, mas permite a construção de ambientes informacionais relativamente fechados, nos quais narrativas são reiteradas, reforçadas e protegidas do contraditório e do debate. Nesse contexto, a desinformação não se limita à circulação de conteúdos falsos, mas se manifesta como enquadramento seletivo, repetição sistemática e organização estratégica da interpretação da realidade.

Do outro lado, embora exista um campo progressista ativo e relevante, sua menor capacidade de integração e financiamento contínuo limita sua presença em escala equivalente, contribuindo para a manutenção de assimetrias no acesso aos meios de produção e difusão de narrativas.

O resultado é um deslocamento estrutural da política. Entre o fato e sua percepção, entre a experiência social e sua tradução simbólica, operam sistemas cada vez mais sofisticados, sustentados por arquiteturas econômicas, tecnológicas e comunicacionais.

A eleição de 2026, nesse sentido, não será apenas uma disputa entre projetos de país. Será, sobretudo, uma disputa entre sistemas organizados de produção de realidade — alguns mais financiados, mais integrados e mais capazes de moldar percepções em larga escala.

Mais do que escolher propostas, o eleitor será chamado a escolher entre interpretações do mundo social. E, nesse terreno, a capacidade de financiar e sustentar narrativas não é um elemento acessório: é parte constitutiva do próprio processo democrático contemporâneo.

Colaborou: Maria da Graça Pinto Bulhões

Nota editorial e fontes

Este artigo foi elaborado com base em dados e estudos consolidados sobre mídia, comportamento informacional e comunicação digital no Brasil, com apoio de ferramentas de inteligência artificial e revisão da equipe da RED.

Fontes principais:

Reuters Institute for the Study of Journalism (Digital News Report), DataReportal (Digital 2025: Brazil), Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Sensor Tower (relatórios de uso de aplicativos), Repórteres Sem Fronteiras / Media Ownership Monitor (MOM Brasil), Intervozes — Coletivo Brasil de Comunicação Social, Projeto Donos da Mídia, NetLab UFRJ, Fundação Getúlio Vargas (FGV DAPP), SaferNet Brasil, Meta Ads Library (Biblioteca de Anúncios), Google Ads Transparency Center, Agência Pública, Brasil de Fato, The Intercept Brasil.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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